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José Cabrita Saraiva 21/07/2020
José Cabrita Saraiva
Opiniao

jose.c.saraiva@ionline.pt

Premiar Greta

Fui ontem surpreendido – e não terei sido o único – pelo anúncio da atribuição do Prémio Gulbenkian para a Humanidade a Greta Thunberg, a ativista de 17 anos que faz campanha contra as alterações climáticas.

Fui ontem surpreendido – e não terei sido o único – pelo anúncio da atribuição do Prémio Gulbenkian para a Humanidade a Greta Thunberg, a ativista de 17 anos que faz campanha contra as alterações climáticas. Ao contrário de outros, que a atacam, menosprezam ou tentam mesmo achincalhá-la, acho que a jovem sueca tem valor e que a sua mensagem merece ser levada a sério. Graças à sua persistência e convicção, Greta passou de uma adolescente anónima, que faltava à escola em protesto contra a inação dos políticos, a personalidade do ano da Time, líder de um movimento global com milhões de seguidores, ouvida nos fóruns de maior prestígio. Não é pouco – em especial se tivermos em conta que, ao contrário de outros ídolos da juventude, Greta passa bons valores, como o respeito pela natureza e pelo meio ambiente, aos jovens da sua geração. Por que considero, então, um pouco estapafúrdia a atribuição deste prémio? Por três motivos.

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