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Críticas às autoridades de saúde? Marcelo defende que função do Presidente "é agregar esforços"

Críticas às autoridades de saúde? Marcelo defende que função do Presidente "é agregar esforços"

Bruno Gonçalves Jornal i 30/06/2020 20:31

O que o chefe de Estado "tem a dizer sobre esta matéria diz ao primeiro-ministro e ao Governo ou diz nas sessões epidemiológicas".

Marcelo Rebelo de Sousa disse, esta terça-feira, que tem sido “cauteloso” a falar sobre a evolução da pandemia de forma a "não criar problemas adicionais" àqueles que o próprio vírus já causa.

"Entendo que o Presidente da República, quanto a este tema, deve ser muito precavido e muito cauteloso naquilo que pode dizer em público para não criar mais problemas para além daqueles que o vírus já causa. (...) A função do Presidente é de agregar esforços e promover uma ação conjunta, dentro do possível", disse o chefe de Estado, à margem de uma homenagem ao fundador da CUF, em Lisboa, depois de questionado sobre críticas recentes à Direção-Geral da Saúde (DGS) quer do presidente do PSD, Rui Rio, quer do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina.

Marcelo disse ainda que, enquanto Presidente, deve pronunciar-se apenas daquilo que "faz e entende fazer" e que "as dúvidas" e "pontos de vista" que tem coloca-as "ao primeiro-ministro" e "nas reuniões privadas" do Infarmed, mas em público limita-se a dizer "o que pode ser um fator de união". 

Mas destacou que "a sociedade é democrática e pode haver muitas opiniões" de "outros protagonistas". 

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