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Marta F. Reis 03/06/2020
Marta F. Reis
Sociedade

marta.reis@newsplex.pt

Da praia para o botellón

O Estado não pode ser pai de toda a gente, mas não seria difícil antever o regresso do botellón, com as noites e o cansaço de estar em casa a convidar a tal, assim como as concentrações em bombas de gasolina, o que, de resto, já acontecia antes da pandemia.

Tal como aconteceu com as idas às praias antes do arranque da época balnear com as novas regras, começa a ver-se um regresso à vida noturna antes da abertura oficial de bares e discotecas.

O Estado não pode ser pai de toda a gente, mas não seria difícil antever o regresso do botellón, com as noites e o cansaço de estar em casa a convidar a tal, assim como as concentrações em bombas de gasolina, o que, de resto, já acontecia antes da pandemia. As juntas de freguesia recebem queixas, mas a intervenção acaba por ser limitada, assim como a das forças de segurança.

A um confinamento rigoroso seguiu-se um desconfinamento planeado e exigente em alguns setores – e com apelos especiais, dos guias para as missas ao pedido especial aos adeptos, que hoje voltam a encontrar-se fora dos estádios –, mas noutros permaneceu um certo limbo em que há necessidade de intervir também por uma questão de coerência e justiça: um restaurante reabre com todos os cuidados e regras para, às vezes, servir uma ou duas refeições, mas uma loja pode ter um ajuntamento à porta porque existe um vazio.

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