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Nova Iorque aprova benefícios para famílias de trabalhadores essenciais vítimas da covid-19

Nova Iorque aprova benefícios para famílias de trabalhadores essenciais vítimas da covid-19

Spencer Platt/Getty Images/AFP Jornal i 25/05/2020 22:45

Anúncio foi feito nesta segunda-feira pelo governador Andrew Cuomo. Esta segunda-feira foi o segundo dia desde o final de março em que o número de mortes associadas ao novo coronavírus ficou abaixo das 100.

O estado de Nova Iorque vai conceder um conjunto de benefícios sociais aos familiares dos trabalhadores essenciais que morreram durante a pandemia do novo coronavírus. 

“Sinto uma grande responsabilidade para com os nossos funcionários na linha de frente. Os nossos funcionários essenciais entenderam os perigos deste vírus, mas foram trabalhar de qualquer maneira, porque precisávamos deles”, afirmou nesta segunda-feira o governador Andrew Cuomo no porta-aviões Interpid, em Nova Iorque, que alberga o Museu do Mar, do Ar e do Espaço. “Precisávamos de enfermeiros e de médicos para prestar um serviço fenomenal nos hospitais. Precisávamos da polícia e do corpo de bombeiros. Precisávamos que os trabalhadores da linha de frente e dos supermercados aparecessem”.

Os benefícios a conceder às famílias dos que morreram ou na linha da frente do combate à covid-19 ou no cumprimento de serviços essenciais não são ainda conhecidos. Mas sabe-se já que serão garantidos pelos fundos de pensões do governo estadual e dos governos locais de Nova Iorque.

No segundo dia consecutivo em que o estado de Nova Iorque registou um número de mortes inferior a 100 desde o final de março, altura em que o surto se agudizou nos Estados Unidos, o governador do estado lembrou que, apesar de a descida do número de internamentos, o número de vítimas mortais ocorrido nas últimas 24 horas é ainda assim “doloroso”.

Com mais de 1,6 milhões de casos positivos, os Estados Unidos são o país com o mais elevado número de mortes por covid-19 em todo o mundo (97.722, até esta segunda-feira), numa altura em que o novo coronavírus já matou mais de 344 mil pessoas e infetou 5,4 milhões por todo o mundo.

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