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José Cabrita Saraiva 21/05/2020
José Cabrita Saraiva
Opiniao

jose.c.saraiva@newsplex.pt

Precisamos mais de Centeno do que nunca

Rui Rio foi um dos que pediram a sua cabeça, sem perceber que estava a cair na esparrela e, pior do que isso, sem perceber que a permanência no Governo era a única solução que defendia o interesse nacional.

A política funciona por vezes de forma misteriosa e tudo aponta para que tenha havido uma campanha montada – será exagero falar em conspiração? – para derrubar, ou pelo menos desacreditar, Mário Centeno.

Tudo começou com uma notícia num prestigiado jornal internacional segundo a qual Centeno, como presidente do Eurogrupo, tinha os dias contados. Os seus homólogos teriam confessado achá-lo pouco mais do que um erro de casting, talvez mesmo um desastre. Logo a seguir, deu-se a rábula do Novo Banco, com o primeiro-ministro a garantir que não fora informado da vultuosa transferência dos cofres do Estado para o banco, quando a medida tinha sido aprovada em Conselho de Ministros.

A reputação de Centeno afundou-se muito rapidamente, como tantas vezes vimos acontecer com altas figuras de regimes pouco recomendáveis. Rui Rio foi um dos que pediram a sua cabeça, sem perceber que estava a cair na esparrela e, pior do que isso, sem perceber que a permanência no Governo era a única solução que defendia o interesse nacional. 

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