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TAP pede a Angola e Cabo Verde para realizar mais dois voos extra

TAP pede a Angola e Cabo Verde para realizar mais dois voos extra

jornal i 26/03/2020 09:38

Mais de 400 portugueses ainda estão nos dois territórios.

A TAP e o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) solicitou ao Governo angolano e cabo-verdiano autorização para realização de mais dois voos do que aqueles que estavam previstos, com o intuito de poder repatriar mais de 400 portugueses que se encontram nos dois territórios.

Depois dos primeiros casos confirmados de covid-19, ambos os países implementaram restrições nos voos para combater a propagação do vírus. Decidiram implementar restrições nos voos oriundos de Portugal, o que tem dificultado o regresso de muitos cidadãos portugueses ao país. 

Os voos para Praia, em Cabo Verde, e para Luanda, em Angola, estão previstos para sexta-feira, dia 27 de março e as reservas podem ser feitas online, no site oficial da TAP. No entanto, apesar de se encontrar já disponível no sistema, a realização do voo só irá ocorrer com a aprovação do Governo.

"A TAP, em estreita colaboração com o MNE, garante todas as condições de segurança e operacionais para a realização destes dois voos que – à semelhança dos voos extra operados pela Companhia para África ao longo desta semana - estão a realizar-se em condições operacionais atípicas, motivadas pelas diversas restrições impostas por governos e autoridades. A Companhia e todos os seus colaboradores estão, em condições extremamente adversas, a fazer o seu melhor, todos os dias, para viabilizar estas complexas operações, empenhados em trazer de volta a casa os portugueses, neste momento delicado", poder ler-se num comunicado da companhia aérea enviado às redações.

"De modo a viabilizar esta rota, no contexto atual, cumprindo todos os requisitos regulamentares de segurança e tempos de descanso das Tripulações, a TAP voará Lisboa-Luanda e Luanda-Faro-Lisboa, trocado a tripulação em Faro e assegurando que as tripulações não ficam de quarentena em Luanda, conforme prescrito pelas autoridades angolanas", explica ainda a TAP.

A companhia aérea sublinha ainda na mesma nota que tem sido impossível responder a todos os que tem tentado entrar em contacto com a TAP através do Contact Center da Companhia devido ao "elevado número de chamadas" e lamenta a situação.

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