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Eutanásia. Marcelo reconhece que "a palavra deve ser dada" mas só no fim

Eutanásia. Marcelo reconhece que "a palavra deve ser dada" mas só no fim

Jornal i 15/02/2020 11:35

Chefe de Estado admite que “a palavra deve ser dada, por escrito ou oralmente”, mas remete declaração para mais tarde.

O Presidente da República confirmou, este sábado na Índia, que vai receber quem pedir audiências sobre a eutanásia, mas avisou que só se pronunciará publicamente sobre o tema no fim do processo.

Atualmente em Mumbai, no âmbito da sua visita de Estado à Índia, Marcelo Rebelo de Sousa disse aos jornalistas que “a palavra deve ser dada, por escrito ou oralmente, conforme o caso, sendo caso disso, no fim do processo, e não no começo ou no meio”.

O chefe de Estado, citado pela agência Lusa, sublinhou que “há vários processos no mesmo processo global” e que, por isso mesmo, não vai “falar em nenhum dos aspetos, nenhuma das facetas, nenhuma das vertentes do mesmo processo global”.

Marcelo prometeu fazer “uma avaliação não hipotética, mas efetiva, na altura em que tiver de ser”. “Até lá as pessoas esperarão e naturalmente desempenharão os seus vários papéis. Cada um tem um papel a desempenhar”, acrescentou.

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