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Discurso do Estado da Nação marcado por tensão entre Trump e Pelosi | VÍDEO

Discurso do Estado da Nação marcado por tensão entre Trump e Pelosi | VÍDEO

Jornal i 05/02/2020 10:52

Birras em terras do Tio Sam marcam o discurso do Estado da Nação. Depois disto, já ninguém se lembra do que disse Trump.

Assistir a um encontro entre o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, é quase como estar a ver um jogo de ténis. Ora se olha para um lado do campo, ora para outro. E o discurso do Estado da Nação, proferido esta terça-feira, foi apenas mais uma prova disso.

A relação entre Pelosi e Trump nunca foi boa, mas recentemente os limites do razoável para qualquer ser humano com mais de doze anos foram ultrapassados pelos dois.

Ontem, ao chegar à tribunal para falar diante do Congresso, o Presidente abriu as hostilidades ao não cumprimentar a presidente da Câmara dos Representantes deixando-a de mão estendida, antes de proferir o discurso anual do Estado da União, que acontece na segunda vez na história dos EUA durante um processo de impeachment de um chefe de Estado, a estreia foi com Bill Clinton em 1999.

Pelosi, que não é conhecida pela sua subtileza, respondeu na mesma moeda e no final do discurso agarrou nas folhas de Trump e rasgou-as à frente do Congresso.

Mais tarde, confrontada com o seu comportamento, a democrata viria justificar: "Foi a coisa mais cortês que eu poderia fazer considerando as alternativas".

Quanto ao discurso em si do Presidente, ao contrário do que se pensava, Trump não usou tanto as palavras para se defender das acusações de que é alvo, tendo preferido enunciar tudo aquilo que considera ter feito melhor do que o seu antecessor. “Em apenas três curtos anos, destruímos a mentalidade do declínio americano e rejeitamos o 'downsizing' do destino americano".

E, muito ao seu estilo, terminou com a ideia de que "o Estado da União é mais forte do que nunca". 

É sabido que Trump é mais dado ao golfe, mas quando está com Pelosi parece preferir mesmo o ténis, ainda que nem um nem outro tenham muito jeito para a coisa e insistam em atirar bolas para fora de campo. Resta saber de quem cabe o serviço  na próxima bola, leia-se birra.

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