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Proteção Civil. Distrito de Coimbra "é o que está a causar maior preocupação"

Proteção Civil. Distrito de Coimbra "é o que está a causar maior preocupação"

Twitter Jornal i 23/12/2019 11:36

Recorde-se que o mau tempo, que tem afetado Portugal desde quarta-feira, fez dois mortos, um desaparecido, deixou 144 pessoas desalojadas.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) disse, esta segunda-feira, que o distrito de Coimbra é o que continua a causar maior preocupação face ao mau tempo que se fez sentir nos últimos dias, no entanto “o número de ocorrências diminuiu significativamente”.

O distrito de Coimbra é aquele que ainda causa maior preocupação à Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), apesar de o número de ocorrências ter "baixado significativamente", esperando-se a redução do leito do rio Mondego nos próximos dias.

"Não se pode dizer que está a voltar à normalidade, nem nada que se pareça, mas o leito do rio Mondego está a reduzir em toda a área envolvente à bacia do rio, o que está a ajudar as populações em redor a retomar a sua normalidade", afirmou Carlos Pereira, comandante da ANEPC, em declarações à agência Lusa, revelando que nas últimas doze horas se registaram onze ocorrências.

Carlos Pereira admite que o distrito de Coimbra "é o que está a causar maior preocupação", mas relembra que continuam as buscas por um operador de uma máquina em Castro Daire, distrito de Viseu, que desapareceu na última quinta-feira.

"A nível de inundações será sem dúvida todo o distrito de Coimbra na área do Mondego, tudo que envolve a bacia do Mondego, mas que está a baixar o nível e a ajudar a tentativa de repor a normalidade em todos os municípios à sua volta", acrescentou ainda, referindo que, de acordo com a previsão do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), "nos próximos dias não há precipitação" e, assim, "as descargas a montante vão reduzir-se e o leito do rio Mondego vai baixar".

Recorde-se que o mau tempo, que tem afetado Portugal desde quarta-feira, fez dois mortos, um desaparecido, deixou 144 pessoas desalojadas e 352 pessoas deslocadas por precaução, registando-se mais de 11.600 ocorrências em todo o país.

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