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Sérgio Godinho, Fausto e Carlos Mendes apoiam Bloco de Esquerda

Sérgio Godinho, Fausto e Carlos Mendes apoiam Bloco de Esquerda

AFP Luís Claro 27/09/2019 12:34

150 personalidades declaram apoio ao partido de Catarina Martins. BE lança manifesto laboral.

O Bloco de Esquerda divulgou, ontem, uma lista de 150 personalidades que apoiam o partido nestas eleições legislativas. Músicos, escritores e personalidades ligadas às ciências e às artes aceitaram dar a cara pelos bloquistas nesta campanha.

Sérgio Godinho, Fausto Bordalo Dias, Fernando Tordo, Carlos Mendes, José Luís Peixoto ou Pilar del Rio são algumas das caras mais conhecidas nesta lista de apoiantes.

O escritor José Luís Peixoto considera, que o Bloco de Esquerda “é uma força política que não tem medo de assumir as suas ideias e agir em conformidade com elas, com um passado que vem vindo a ser construído com muita solidez e com um futuro que está aí à nossa frente”.

Já o músico Fernando Tordo espera que “através do seu voto, consigam aquele que é o objetivo do Bloco de Esquerda, que é um país melhor, um país mais avançado, mais evoluído, principalmente mais justo”.

Os bloquistas divulgaram ainda um manifesto laboral que conta com o apoio de mais de uma centena de sindicalistas e ativistas contra a precariedade.

O manifesto, intitulado “Pelos direitos de quem trabalha, votamos Bloco”, considera que “à exceção da subida do salário mínimo e da devolução dos feriados, a herança da troika perdura intacta na legislação laboral. As relações de trabalho continuam marcadas pelo peso da desigualdade, pela desvalorização do trabalho que não foi revertida na lei, pelos cortes que subsistem nos dias de férias, nas horas extra ou nas compensações por despedimento, pela desconsideração do tempo de serviço, por más condições de trabalho e pela idade da reforma que continua a aumentar”. Os bloquistas defendem ainda que “está quase tudo por fazer”, porque “há hoje mais emprego, mas o padrão de precariedade permanece inalterado”.

Catarina Martins, coordenadora do BE, defendeu, ontem, durante uma viagem de comboio entre Faro e Lisboa, que é necessária uma “enorme transformação”nesta área para que a ferrovia passe a ser a regra e o carro a exceção. Catarina Martins garantiu que o objetivo do BE é que “no centro das cidades o carro individual deixe de ser necessário”.

 

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