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Ângelo Rodrigues será tratado em câmara hiperbárica no Hospital das Forças Armadas

Ângelo Rodrigues será tratado em câmara hiperbárica no Hospital das Forças Armadas

Instagram Jornal i 02/09/2019 11:03

A prioridade continua a ser a luta contra a infeção generalizada e a "necrose tecidual" pois foram retirados "muitos tecidos necrosados da perna onde surgiu o abcesso muscular infeccioso, daí a equipa médica ter colocado em questão a viabilidade da perna".

 

O ator Ângelo Rodrigues, de 31 anos, foi retirado do coma induzido na última sexta-feira (esteve cinco dias sedado) após ter sido submetido a três intervenções cirúrgias devido a uma infeção grave que se generalizou. Internado no Hospital Garcia de Orta, em Almada, deverá ser transportado ainda esta segunda-feira para o Hospital das Forças Armadas, em Lisboa. De acordo com informação adiantada pelo jornal Correio da Manhã (CM), o ator será submetido a um novo tratamento, numa câmara hiperbárica, para acelerar "a cicatrização da zona onde foram administradas as injeções de testosterona". 

Segundo o mesmo órgão de informação, este equipamento só existe no Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, no Hospital das Forças Armadas, em Lisboa, e no Hospital Particular do Algarve. Ao CM, a médica endocrinologista Sílvia Saraiva adiantou que “a câmara hiperbárica tem uma taxa de sucesso muito boa. A máquina é caríssima, daí só haver três locais em Portugal que a têm" e "é usada em doentes diabéticos ou noutros casos de feridas não cicatrizadas, resultantes de acidentes, por exemplo. É também usada para pessoas que tiveram problemas com mergulho". A médica explicou igualmente que o equipamento é hermético, "fica com uma concentração de oxigénio maior do que a do ar normal e uma pressão positiva. Basicamente, o que faz é aumentar o teor de oxigénio no sangue e, por isso, aumenta a regeneração tecidual".

A prioridade continua a ser a luta contra a infeção generalizada e a "necrose tecidual" pois foram retirados "muitos tecidos necrosados da perna onde surgiu o abcesso muscular infeccioso, daí a equipa médica ter colocado em questão a viabilidade da perna".

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