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André Ventura 21/08/2019
André Ventura

opinião@ionline.pt

O Alfredo Barroso é dos poucos a quem me apetece dar uns estalos

O inefável Alfredo Barroso volta esta semana a trazer o meu nome à baila, associado a tudo e mais alguma coisa: à greve dos motoristas, ao populismo europeu e à demagogia. Anteriormente foram as minhas ligações ao Steve Bannon e a mais não sei quem. Todo um mundo de delírio que vive na sua cabeça já pouco organizada.

Tenho de responder. Sei que muitos, inclusive apoiantes e militantes do CHEGA, preferiam que não o fizesse, mas tenho de fazer. É mais forte que eu. O Alfredo Barroso é a personalidade mais anacrónica do espaço público português. A mais contraditória. Daqueles a quem, de vez em quando, apetece dar uns estalos.

Se o Alfredo Barroso pudesse vivíamos numa bafienta periferia socialista onde o investimento era zero e a riqueza quase nula, mas todos estávamos cheios de direitos. Sem nada para comer ou vestir, claro, mas com muitos direitos.

É a personagem mais contraditória da vida política portuguesa, um vassalo de Mário Soares que sempre esteve em segundo plano. Ataca António Costa por este ir ao Casino da Póvoa defender o investimento chinês, mas esquece aqueles muitos chineses, alguns deles de passado duvidoso, ligados à Fundação Mário Soares. Depois ataca aqueles que excedem a liberdade de expressão, mas acha muito mal que o Estado espanhol tenha agido contra os independentistas catalães que ameaçavam a unidade do país.

Um homem cheio de virtudes e coerência, como se vê!!! Nem mereceria esta resposta pública, mas os leitores do i e os portugueses merecem saber a verdade. Se quiser saber mais sobre mim e sobre o CHEGA, em vez de dizer barbaridades, ligue-me. Faço-lhe de bom grado uma visita guiada. No final, quem sabe, ainda me pede o cartão de militante do CHEGA...

 

Líder do Chega

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