22/10/19
 
 
António Luís Marinho 09/08/2019
António Luís Marinho
cronista

opiniao@newsplex.pt

Seally season (II) Chuva em agosto, país mal-disposto

Um ditado popular diz que “agosto chuvoso é ano formoso”, mas não sei se os veraneantes acreditam nisso.

O país está estranho, mas calculo que seja do tempo. Este verão preguiçoso não ajuda à boa disposição de quem avançou para as praias à espera de muito sol e calor a condizer.

Na verdade, um ditado popular diz que “agosto chuvoso é ano formoso”, mas não sei se os veraneantes acreditam nisso.

Passo os olhos pelos jornais e leio notícias para todos os gostos. As portagens rendem 3 milhões de euros por dia. É aproveitar, meus senhores, porque se a greve dos motoristas de matérias perigosas e afins se concretizar, é melhor começar a poupar no combustível.

Uma senhora grávida teve de ser transportada de Faro até Lisboa, porque, tendo sido necessário provocar o parto, as incubadoras do hospital algarvio estavam todas ocupadas. O bebé acabou por morrer. Assim vai o nosso SNS, numa altura em que o Governo, a dois meses das eleições, decide anunciar a contratação de 1424 profissionais de saúde. Mais vale tarde do que nunca.

Luís Marques Mendes, comentador televisivo, defende que “os ministros e os secretários de Estado deveriam ser sujeitos a uma audição parlamentar, antes da posse”. A ideia é terem uma espécie de exame para avaliar eventuais incompatibilidades. A ideia não me parece descabida. Mas, quem avalia os avaliadores? É verdade que são eleitos, mas no atual sistema, a esmagadora maioria não passa de um nome numa lista, para os eleitores.

No PSD, a guerra está acesa e já se sabe que as facas começam a ser afiadas para depois das eleições de outubro. Rui Rio parece ter os dias contados, mas, regressando aos provérbios, “até ao lavar dos cestos, é vindima”.

Para “animar a malta”, vai começar o campeonato de futebol. Depois do resultado da final da supertaça, há já quem certamente, como eu, suspira por mudanças rápidas, em Alvalade.

Entretanto, os mais novos, e não só, viajam de festival em festival. Portugal deve ser o país do mundo com mais festivais por metro quadrado. E viv’á música!

Jornalista

 

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