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Giro. Os favoritos para suceder a Froome, atual campeão da prova italiana

Giro. Os favoritos para suceder a Froome, atual campeão da prova italiana

AFP Laura Ramires 10/05/2019 22:11

A 102.ª edição da Volta a Itália arranca este sábado, com um contrarrelógio individual de 8,2 quilómetros em Bolonha.
 

 

Arranca este sábado a 102.a edição da Volta a Itália, a primeira das grandes voltas do calendário mundial. Bolonha receberá no dia 11 de maio a prova de abertura, que vai começar com o primeiro de três contrarrelógios individuais. A competição em bicicleta integra 21 etapas, com a última ronda agendada para o dia 2 de junho, em Verona.

O campeão em título, Chris Froome (INEOS) não estará presente nesta edição, deixando à partida três nomes em destaque para a sua sucessão na lista de vencedores. São eles o esloveno Primoz Roglic (Jumbo-Visma), o holandês Tom Dumoulin (Sunweb) e o colombiano Miguel Ángel López (Astana). Aos 29 anos, Roglic venceu a Volta aos Emirados Árabes Unidos e o Tirreno-Adriático, em março, antes de conquistar o seu terceiro triunfo no WorldTour, a Volta à Romandia, em maio, em que bateu, recorde-se, o português Rui Costa (UAE Emirates), que terminou em 2.º lugar.

Já Dumoulin continua a ser apontado como um dos principais favoritos à conquista da prova que venceu em 2017 e na qual se sagrou vice-campeão em 2018.

Por sua vez, López tem estado em destaque graças a um excelente arranque de temporada, com vitórias na Volta à Catalunha e na Colombia 2.1. Mais: o ciclista colombiano de 25 anos foi ainda terceiro classificado na Vuelta de 2018.

Um português nas estradas italianas

Amaro Antunes (CCC Team) será o único português em competição no Giro, que marcará, aliás, a estreia do ciclista algarvio em grandes voltas. Amaro Antunes chega a Itália depois de abrir a temporada na Volta à Comunidade Valenciana, com um 28.o lugar final, e de ter corrido em casa, na Volta ao Algarve, em que terminou na 8.a posição na geral, o melhor resultado de 2019 até agora. Seguiu-se um 29.o lugar no Paris-Nice e a Volta ao País Basco (73.o).

Apesar da motivação nesta sua primeira participação em grandes voltas, o algarvio de 28 anos já lamentou não estar fisicamente a 100%. 

“Era uma corrida que estava delineada para mim como um dos objetivos mas, infelizmente, uma lesão perto da corrida deixou-me um pouco debilitado. Por um lado, sinto-me superfeliz por poder estar no início da corrida mas, por outro lado, sinto uma ligeira revolta porque não consegui treinar como pretendia, e acabo por saber que vou numa condição que não é aquela que desejaria”, explicou à Lusa.

 No que diz respeito à história portuguesa no Giro de Itália, o nome de Acácio da Silva continua a ser incontornável: com cinco vitórias em etapas e ainda a camisola rosa, símbolo de líder, durante dois dias na edição de 1989, continua a ser um dos melhores portugueses de sempre na prova. Ainda assim, José Azevedo, com um 5.o lugar em 2001, tem a melhor classificação final entre todos os ciclistas nacionais que participaram na prova italiana.
 

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