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Guimarães. Homem que esfaqueou quatro pessoas entrega-se à PSP

Guimarães. Homem que esfaqueou quatro pessoas entrega-se à PSP

Carlos Diogo Santos 21/04/2019 21:25

Vítima mortal é uma mulher de 47 anos, mãe de um homem de 26 que está em estado grave. 

O homem de 52 anos que esfaqueou quatro pessoas - provocando a morte a uma delas - no sábado à noite em Guimarães foi ontem detido. Primeiro entregou-se numa esquadra da PSP, mas acabou por ser entregue à Polícia Judiciária de Braga, que tem a investigação em mãos. As agressões terão começado na Travessa de Quintal, em Fermentões.

Ainda que não se saiba ao certo o que terá motivado o ataque, um morador contou à RTP que tudo terá começado quando o agressor decidiu dar pontapés ao carro de uma das vítimas. Após a reação dos donos da viatura, o homem, que já tinha antecedentes e nessa tarde tinha ameaçado várias pessoas, terá sacado de uma faca. 

Terá sido uma mulher de 47 anos a primeira a ser esfaqueada em várias partes do corpo. Foi esta vítima que, mais tarde, já no hospital de Guimarães, acabaria por morrer. 

Mas além da vítima mortal o homem terá ainda feito mais uma vítima grave, um homem de 26 anos que seria filho da primeira vítima. A namorada, de 22 anos, e um amigo do filho, de 27 anos, também ficaram feridos, mas sem gravidade. A seguir ao crime, o homem colocou-se em fuga, tendo várias horas depois decidido  entregar-se às autoridades.

Antes do ataque as quatro vítimas tinham estado durante algum tempo numa esplanada próxima. Foi no momento em que abandonaram o café que tudo terá acontecido. Apesar de tudo ter acontecido próximo do estabelecimento comercial onde tinham estado que ninguém se terá apercebido, uma vez que estavam todos a ver o jogo do FC Porto como Santa Clara.

O socorro só aconteceu após diversos gritos. No local estiveram elementos da PSP, dos bombeiros de Guimarães, e um veículo do INEM de Fafe. O alerta foi dado às 22h15.

O mesmo morador conta que uma hora antes do ataque o agressor andou com um ferro a tentar agredir pessoas e que, contactada nessa altura, a PSP disse para se fecharem em casa e não abrirem a porta. Uma informação que a PSP nega oficialmente, dizendo não ter sido contactada antes do ataque.

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