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Bragapólio para se apaixonar pela cidade de Braga

Bragapólio para se apaixonar pela cidade de Braga

Joaquim Gomes 19/04/2019 18:52

O Bragapólio “é o jogo ideal para se apaixonar pela cidade de Braga”, segundo propõe a sua criadora, Ana Farinha, referindo-se ao jogo que está a despertar curiosidade e procura.

“É o jogo mais fixe sobre a cidade de Braga”, segundo refere Ana Farinha, a própria uma apaixonada pela urbe bimilenária que remonta à ocupação romana, acerca do trabalho que criou com apoio dos amigos que sempre estiveram a seu lado quando poucos acreditavam.

O resultado foi um jogo viciante, paixão, amor, cultura, curiosidades, uma forma única de mergulhar na cidade de Braga, através do Bragapólio, um Monopólio à moda de Braga, com um toque Trivial, “que transporta o ‘game’ do mundo real para um universo paralelo onde deixamos a nossa profissão e vida pessoal de lado para assumir os mais diversos papéis”, que é vendido pela bragapólio.pt, Centésima Página e Trevo da Sorte, em Braga.

“Podemos ser o sobrevivente Romano Augusto, o milagreiro São Geraldo, o negociador D. João Peculiar, um Brácaro Guerreiro, uma sonhadora Universitária, a protetora Nossa Senhora do Leite ou simplesmente uma encantadora Minhota”, como afirma Ana Farinha.

O Bragapólio mistura o Monopólio com o Trivial e permite conhecer “de forma lúdica e cultural tudo sobre a cidade de Braga”, refere a sua criadora, explicando “permitir ainda explorar diversos conceitos, como poupança, investimento, venda, promoção financeira e imobiliária acerca de Braga e de outros aspetos acerca de toda a realidade envolvente”.
Apaixonada de Braga, Ana Farinha fez nascer o projeto de um jogo que criou para a filha, sobre o 25 de abril de 1974, depois o Bragapólio demorou um ano a criar e as encomendas não param de cair, desde que o novo conceito do tradicional jogo foi conhecido na cidade.

“Já há pessoas a pedir para criar versões por idades ou até mesmo uma versão premium”, referiu a criadora, uma apaixonada por cultura, que se radicou em Braga, segundo a qual “este é o meu amor, há muita paixão neste jogo, desde as peças, à caixa, aos materiais e passando pela empresa que faz distribuição, são todos de Braga”, acrescenta Ana Farinha.

“Queria que este fosse um produto de todos os bracarenses”, saliente a sua criadora, não escondendo algumas dificuldades com que se confrontou “a colocar as pessoas a acreditar que era possível criar este jogo”, mas agora está confiante, pois o projeto é uma realidade.

 

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