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Equipa das Forças Armadas segue esta quarta-feira para Moçambique

Equipa das Forças Armadas segue esta quarta-feira para Moçambique

Miguel Silva Jornal i 20/03/2019 20:30

Augusto Santos Silva garantiu que a equipa será coordenada pela Autoridade Nacional de Proteção Civil, onde seguirão  “fuzileiros com botes próprios” e "uma equipa médica do Exército”.

 

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, anunciou esta quarta-feira, que vai seguir ainda hoje para Moçambique um avião C-130 com uma equipa de reação rápida das Forças Armadas, segundo avança a agência Lusa. Um segundo avião partirá na quinta-feira, com outra equipa.

De acordo com o ministro, a equipa inclui 35 militares das Forças Armadas e uma equipa cinotécnica da GNR, num dispositivo coordenado pela Autoridade Nacional de Proteção Civil, com o objetivo de auxiliar na busca e salvamento de pessoas. Nesse dispositivo, seguem “fuzileiros com botes próprios” e "uma equipa médica do Exército”, que levará consigo “instrumentos necessários para a ajuda médica de emergência”.

 Augusto Santos Silva, garantiu esta quarta-feira que não há, até ao momento, qualquer registo de portugueses entre as vítimas mortais e os feridos provocados pelo furacão.

"Continuamos sem qualquer registo de qualquer cidadão ou cidadã portugueses entre as vítimas mortais e feridos. Naturalmente, ainda há pedidos de localização de pessoas. O facto de existirem 30 pedidos de localização não quer dizer outra coisa que não que ainda não foi possível estabelecer ligação com esses concidadãos", afirmou o ministro, declarando ainda que ordenou a suspensão do pagamento de quaisquer atos consulares, num prazo de 90 dias.

Ainformação sobre haver portugueses por localizar foi avançada ao final da tarde de hoje pelo  secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro. "Há ainda portugueses que não estão localizados: temos na embaixada 30 pedidos de localização".

Recorde-se que de acordo com o último balanço dos governos, a passagem do ciclone Idai em Moçambique, Malawi e Zimbabué já provocou mais de 300 vítimas mortais.

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