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ADSE. Conselho Geral e de Supervisão apela ao diálogo

ADSE. Conselho Geral e de Supervisão apela ao diálogo

Mafalda Gomes Sónia Peres Pinto 12/02/2019 20:39

Apesar dos apelos às conversações, o presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP), diz que a ADSE "está em completo silêncio desde outubro e que não há qualquer sinal de diálogo". 

Perante as decisões de vários grupos hospitalares - José de Mello Saúde e Grupo Luz Saúde - de supender a convenção com a ADSE, o Conselho Geral e de Supervisão veio apelar ao diálogo entre prestadores de Saúde e o Conselho Diretivo deste subsistema de saúde  com vista a "encontrar soluções adequadas para a prestação de serviços de saúde de qualidade, a preços justos, sem discriminações e garantindo fiabilidade às diferentes entidades envolvidas", revelou em comunicado.

Este órgão diz ainda que mantém a confiança no futuro da ADSE, mas garante que "vê com preocupação as práticas" de alguns grupos prestadores de saúde. "Os motivos invocados não justificam tais ações. Basicamente são colocados em causa: o cumprimento de requisitos de faturação, a fiscalização reforçada por parte da ADSE e a existência de autorizações prévias para alguns atos médicos e a devolução de verbas à ADSE devidas ao elevado custo de atos anteriormente praticados", referem. E voltam a afirmar para a necessidade de reforçar o controlo das despesas e de respeitar o disposto na lei".

ADSE em silêncio

Apesar dos apelos ao diálogo, o presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP), diz que a ADSE "está em completo silêncio desde outubro e que não há qualquer sinal de diálogo". 

Já Marcelo Rebelo de Sousa disse esperar que "haja bom senso e capacidade de entendimento".

"A ADSE é muito importante, não interessa que entre em crise, no sentido de as pessoas deixarem de acreditar - uma vez que é facultativa - nela e, por outro lado, que não haja a preocupação de não haver uma alternativa que evite a sobrecarga do Serviço Nacional de Saúde, que é uma conquista de Abril e uma realidade que deve ser conservada e defendida", pediu o chefe de Estado, tendo admitido que esta se trata de "uma situação muito complexa".

 

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