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Lisboa. Ver a capital pelos olhos de quem é apaixonado por ela

Lisboa. Ver a capital pelos olhos de quem é apaixonado por ela

Dreamstime Carolina Brás 22/11/2018 21:46

O Guia das Comunidades contém recomendações de alguns grupos que celebram a beleza de tudo o que a cidade de Lisboa tem para oferecer, desde a gastronomia à paisagem, passando pelo fado e pelas marchas populares 

Diz o provérbio que “quem nunca viu Lisboa nunca viu coisa boa” e o Facebook parece concordar. Para celebrar a beleza da capital, a rede social juntou algumas das mais conhecidas comunidades presentes online e lançou um guia original da cidade. O Guia das Comunidades de Lisboa reúne, em versão online e impressa, a visão e paixão de 25 comunidades distintas sobre a cidade à beira-Tejo e as suas recomendações sobre o que é obrigatório ver, visitar e provar.

“Quando visitas uma cidade queres sempre conhecer algo diferente daquilo que te é sempre apresentado e este guia é, por isso mesmo, maravilhoso”, disse Lola Baños, diretora de Comunicação do Facebook Portugal e Espanha, ao i.
O guia de 52 páginas divide-se entre o tradicional e o que está mais na moda. No que diz respeito à História, este roteiro mostra os principais bairros da cidade, recomendações dos melhores restaurantes que primam pela gastronomia tradicional, casas de fados, museus, paragens de elétrico obrigatórias e até os monumentos com os mais belos azulejos. Há ainda espaço para a recomendação de lojas tradicionais e ruas a não perder. 

E como Lisboa se destaca por ter “um património muito importante e ser uma cidade que está a emergir”, segundo Lola Baños, este guia mostra também os locais mais in a visitar e atividades imperdíveis. 

Os bairros modernos, a nova cozinha vegan e vegetariana, a cultura contemporânea e ainda práticas de vida saudável ou mesmo os melhores locais para fazer crescer uma startup fazem também parte deste guia feito a pensar em residentes e turistas. 

“Este guia funciona como as sugestões dos nossos amigos”, explicou Maria Tavares, diretora de comunicação do Turismo de Lisboa, no lançamento do guia, que decorreu no Lisbon Story Centre, num dos edifícios que circundam o Terreiro do Paço.

“Não existe melhor comunicação do que aquela que é partilhada por parte de quem sente Lisboa”, acrescentou.
Já Hélio Anjos, assessor do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, confessou ser um prazer ser Lisboa a primeira capital a abraçar este projeto, que começou por um guia da cidade de Sevilha.

“Este é um projeto com histórias reais”, explicou Gonçalo Diniz, do departamento de Public Affairs do Facebook, que disse ainda que estas “histórias se dividem entre o passado e o presente de pessoas apaixonadas pela cidade de Lisboa”.

Na apresentação estiveram também presentes quatro das 25 comunidades selecionadas: Helena Aguiar, da página Conta-me Histórias, Lisboa, que dá a conhecer aos visitantes lojas históricas que ainda se encontram em funcionamento; José Guerreiro, da Pela Reativação do Elétrico 24, que aponta as paragens obrigatórias para se ver algumas das mais belas paisagens de Lisboa; André Rodrigues, da Startup Portugal, que indica os melhores sítios para ver crescer pequenos negócios; e Jean Bernard dos Santos, fundador da página MaisFado, que revela quais as mais fascinantes casas de fado espalhadas pela capital. 

À luz da celebração do prémio European Leading City Destination, entregue a Lisboa pela World Travel Awards em 2018, a visão mais lisboeta da cidade foi criada tanto em português como em inglês, uma vez que o guia “é tão bom para um lisboeta que queira saber onde correr como para alguém que visite a cidade e queira conhecer um ângulo ou aspeto novo”, disse Lola Baños.

Um guia bem português O pastel de Belém, o copo de vinho e o nome da cidade em letras grandes e negras fazem parte da capa deste pequeno livro amarelo. Além das fotografias dos fundadores das comunidades ou de sítios específicos, estrangeiros e portugueses podem ver alguns desenhos que simbolizam o que de mais tradicional há na cidade de Lisboa ao mergulharem nas páginas do guia. 

O amarelo também não foi escolhido ao acaso, uma vez que, como explicou ao i Lola Baños, esta cor é o reflexo da pintura de alguns edifícios de Lisboa, como aquele em que assistimos à apresentação do projeto e que envolve a Praça do Comércio. 

O Facebook e Lisboa A rede social de Mark Zuckerberg surge assim como elo de ligação entre as pessoas de todo o mundo e as histórias e lendas de Lisboa.

Esta é uma das plataformas mais conhecidas em todo o mundo, onde diariamente milhões de pessoas partilham conteúdos e experiências. 

Atualmente, mais de 1,4 mil milhões de pessoas utilizam grupos de Facebook em todo o mundo, com diferentes propósitos e intenções, o que reforça a importância deste tipo de iniciativas que aproximam as pessoas e o mundo.

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