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Na Ryanair só não vai pagar pela mala de dia-a-dia

Na Ryanair só não vai pagar pela mala de dia-a-dia

DR Jornal i 01/11/2018 16:52

Companhia irlandesa obriga a que mala até dez quilos seja paga e diz que medida tem como objetivo evitar atrasos no embarque e desembarque

A Ryanair começou esta quinta-feira a cobrar pela bagagem de mão com mais de 10 quilos. 

“Apenas poderás trazer a bordo um item pequeno de bagagem de mão (máx 40cm x 20 cm x 25cm) que deverá caber debaixo do assento à tua frente”, explica a companhia aérea low-cost no site oficial. Caso opte por levar uma mala de mão fora destas características terá de pagar entre seis a dez euros. 

A nova política da empresa foi já apontada como fonte de rendimento, embora a companhia irlandesa defenda que se trata de uma forma mais eficaz de acelerar e evitar atrasos no embarque e desembarque. 

Se comprar embarque prioritário além de poder levar duas malas de mãos usufrui também de uma faixa prioritária. No entanto, terá de pagar seis euros e colocar uma das malas debaixo do assento e a outra, com um máximo de 10 quilos, no compartimento especial de bagagem sobre o assento. 

Se, caso contrário, preferir levar duas malas e não optar por prioridade terá de despachar a segunda mala para o porão no balcão de check-in e irá custar oito euros, mas deve ter em atenção que esta opção terá de ser escolhida durante a reserva porque, se assim não for, tem que “gerir a minha reserva”, no site, e vai pagar dez euros. 

Em todo o caso, a Ryanair comunicou em setembro que todos os clientes que tenham comprado passagem antes de 31 de agosto ficam dispensados destes valores. 

Este método é único da companhia uma vez que nenhuma outra lowcost obriga ao pagamento da bagagem de mão.
As novas regras de pagamento pela bagagem de mão estão a causar alguma polémica depois de uma organização da defesa do consumidor espanhola ter acusado a Ryanair de estar a tentar ganhar mais dinheiro. 

Em defesa, a companhia aérea alegou atrasos causados pelo excesso de bagagem e informou que não está à espera de lucros uma vez que esta medida permite bagagens de maiores dimensões a bordo. 

A DECO também já falou sobre o assunto e afirmou que, ainda não sendo ilegal, levanta preocupações.

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