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Não dá mesmo para virar a cara a este Rama em Flor

Não dá mesmo para virar a cara a este Rama em Flor

Ana Viotti Cláudia Sobral 27/06/2018 21:33

Ao longo de cinco dias, artistas, investigadores e ativistas voltam a juntar-se em Lisboa em celebração do feminismo e da cultura queer. Está aí, a partir de hoje e até ao próximo domingo, a segunda edição do Rama em Flor 

Gentrificação, direito à habitação e processos de exclusão

A abrir a programação do Rama em Flor na sua segunda edição, a primeira das conversas que terão lugar no Museu do Aljube, em Lisboa. Com Left Hand Rotation (e vale a pena espreitar os seus projetos em www.lefthandrotation.com), Patrícia Pedrosa, Diana Bogado e a moderação de Francesca Savoldi, ao longo de uma hora e meia os problemas da gentrificação, do direito à habitação e dos processos de exclusão serão discutidos a partir dos grupos de origem étnico racial minoritária e da comunidade LGBQIA+. 

Nós Não Andamos
A promessa é de “um DJset de não guilty pleasures”, que elas - Raquel Serra e Lúcia Vives, dois dos rostos da Maternidade, comunidade de produção, promoção e agenciamento artístico que volta a juntar-se ao Rama em Flor nesta edição - explicam: “um momento sem vergonhas para rebolar no chão e cantar sem temer aquilo que nunca sai de moda”. Quererá isto dizer que deste início de noite de abertura, no Terraço da ZDB, há que esperar de tudo. Daqueles hits dos Nows - e quem nunca? - até àquelas “preciosidades da internet”. Um set “pop pastilha elástica”, para mastigar até ao fim.

Identidade, Género e Violência
Com Odete Santos como moderadora, a conversa programada para a tarde de sexta-feira, de novo no Museu do Aljube, colocará em foco “dois conceitos que não vivem um sem o outro”. Identidade e violência. Gabriel Patrick Moura (Dipsy) e Bruno Cadinha são os convidados ao lado dos quais Odete Santos procurará refletir sobre como “a identidade necessita da violência para se conceber enquanto tal e como é que a violência é historicamente provocada pela diferença da hegemonia”.   
CONVERSA, Sexta-feira às 17h30, no Museu de Aljube

Aurora Pinho
Com uma carreira curta mas certeira, foi como um relâmpago que Aurora Pinho emergiu na cena queer lisboeta. Com um trabalho a desdobrar-se entre vários territórios - entre a performance e a dança, a música e as artes visuais - apresentará depois do DJset de Ajax, a abrir o after-party da festa de encerramento do Rama em Flor de sábado (que da Trienal de Arquitetura, no Campo de Santa Clara segue para o Damas, mesmo ali ao lado, na Graça) apresentará o seu mais recente projeto, “Utero”, em que, num universo em mutação, entre seres com cabeças de lobos e uma fénix que renasce, se sucedem numa espécie de início do universo.
CONCERTO, Sábado, às 17h00, na Trienal de Arquitetura de Lisboa

Xenometrics
“Jellyfish”, de Maryna Makarenko, é um dos filmes que, a par de “Paradise Loop”, de Alain Garcia Vergara, e “ Prototypes I”, ainda um work in progress de Doireann O’Malley, compõem a sessão “Fluid Futurities”, do programa Xenometrics. A partir do Auditório da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, um ciclo de cinema acompanhado de conversas que se seguem a cada uma das sessões, programadas com uma seleção de filmes e de trabalhos de artistas que têm vindo a ser divulgados pela plataforma XenoEntities.
CICLO DE CINEMA, Sexta, às 21h30, no Auditório da Fac. de Belas Artes de lisboa

STÁ b2b GYUR
Um “sampler on ice” que não está cá para corresponder a expectativas, a nenhumas expectativas, assim se apresenta Stá. Eletrónica experimental entre Berlim e Buenos Aires, com os subúrbios de Lisboa pelo meio, para um “caldeirão de distorções” a fazer a ponte entre a austeridade e a emotividade. No Rama em Flor, partilhará a cabine do Lounge com as colagens industriais e as composições quebradas de Gyur. Uma colaboração inédita, para uma noite que há de começar com Panelas Depressão, em concerto, e terminar com XYZM (Isac Veloso).
DJSET, Amanhã, as 22h30, no Lounge

No Bra
No Bra é o nome sob o qual se apresenta Susanne Oberbeck, e essa parte não será difícil de perceber. Da produtora de música eletrónica industrial de Londres que descolou do underground para se dar a conhecer com o tema “Munchhausen”, são já conhecidos os sets “confrontacionais” e “sexualmente ambíguos”. Depois de ter atuado em espaços como a Tate, de Londres, ou o Pompidou, em Paris, e com colaborações com nomes como Wolfgang Tillmans, Mykki Blanco, The Raincoats ou Bruce LaBruce, chega a Lisboa para um concerto no Damas, seguido de um DJ set de Maria Reis, das Pega Monstro. 
CONCERTO, Sexta, às 22h30, no Damas

The Raincoats
Com a dissonância e as mudanças de ritmos que as caracterizam, as Raincoats protagonizarão com certeza um dos momentos altos desta segunda edição do Rama em Flor. Pós-punk vindo do seu lugar maior, o lugar onde nasceu - de Inglaterra - com Ana da Silva e Gina Birch como protagonistas, as de sempre. Desde que em 1977, quando estudavam no Hornsey College of Art, de Londres, se juntaram como The Raincoats - para cinco álbuns, dois EPs e mais uns quantos singles de sucesso, para revisitar na noite de sábado, na sede da Trienal de Arquitetura de Lisboa. 
CONCERTO, Sábado, às 20h00, na Trienal de Arquitetura de Lisboa

Zines R' Us
Depois de um encerramento de festa para uma tarde e uma noite inteira, no sábado, a seguir da Trienal de Arquitetura de Lisboa para o Damas, energias sobrarão poucas para o dia seguinte. Dia para se levar com calma, e afinal é domingo, perfeito por isso para, a partir das 17h, uma visita à feira de fanzines que o Rama em Flor organiza em colaboração com o Festival Feminista de Lisboa. Oportunidade para conhecer um conjunto de edições independentes de vários artistas e editoras LGBTQ+.
FEIRA DE ZINES/CINEMA, Domingo, entre as 17h00 e as 21h00, na UMAR

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

conversa Sexta-feira, às 17h30, 

 

 

 

ciclo de cinema Sexta, às 21h30, no Auditório da Fac. de Belas Artes de Lisboa
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DJSet Hoje, às 23h00, na ZDB
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DJSET Amanhã, às 22h30, no Lounge
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Identidade, Género 

e Violência
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Com Odete Santos como moderadora, a conversa programada para a tarde de sexta-feira, de novo no Museu do Aljube, colocará em foco “dois conceitos que não vivem um sem o outro”. Identidade e violência. Gabriel Patrick Moura (Dipsy) e Bruno Cadinha são os convidados ao lado dos quais Odete Santos procurará refletir sobre como “a identidade necessita da violência para se conceber enquanto tal e como é que a violência é historicamente provocada pela diferença

da hegemonia”. 

 

 

 

 

conversa Sexta-feira, às 17h30, 

no Museu do Aljube
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concerto Sexta, às 23h30, no Damas
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Co

 

 

Concerto Sábado, às 17h00, 

na Trienal de Arquitetura de Lisboa
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Concerto Sábado, às 20h00, 

na Trienal de Arquitetura de Lisboa
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Vaiapraia 

e as Rainhas 

do Baile
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The Raincoats
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Aurora Pinho
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Zines R’ Us
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concerto Sábado, à 01h00, no Damas
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feira de zines/CINEMA Domingo, 

entre as 17h00 e as 21h00, na UMAR

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