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10 recordes que podem cair neste Mundial

10 recordes que podem cair neste Mundial

AFP Photo Joana Marques Alves 12/06/2018 17:06

Competição arranca já na quinta-feira

O Mundial 2018 arranca já na quinta-feira. A partir de dia 14 de junho, são dez os recordes que, de acordo com a FIFA, podem ser batidos. A organização do evento fez uma lista com estas curiosidades – duas delas envolvem Cristiano Ronaldo e Fernando Santos.

135 anos de experiência

Se se encontrarem nos oitavos de final da competição, o treinador do Uruguai, Oscar Tabarez, e o selecionador nacional, Fernando Santos, terão uma idade combinada de 135 anos e três meses – seria o número mais alto entre dois técnicos num Mundial. O recorde atual pertence ao selecionador da Grécia, Otto Rehhagel, e o da Nigéria, Lars Lagerback, que, no Mundial da África do Sul em 2010, tinham, em conjunto, 133 anos e nove meses.

O jogador mais velho de sempre

Sabe qual é o jogador mais velho a competir na história do Mundial? Chama-se Essam El-Hadary e é guarda-redes da seleção egípcia. Tem 45 anos e cinco meses e é o homem mais velho a ser convocado para esta competição. A 15 de junho, quando o Egito se estrear contra o Uruguai, Essam El-Hadary deverá bater o recorde do colombiano Faryd Mondragon (43 anos) e tornar-se o jogador mais velho a participar num Munidal.

A equipa que ficou mais tempo sem perder

13 jogos sem perder num mundial. Sim, este foi o recorde batido pelo Brasil, que entre a derrota frente à Hungria, em 1954, por 4-2, e o 3-1 contra a mesma equipa nos quartos-de-final em 1966, conseguiu não perder um único jogo. Mas este recorde pode ser batido em 2018: a Alemanha vai começar o Mundial com oito partidas consecutivas sem perder, desde a derrota frente à Espanha nas semifinais em 2010.

As maravilhas de ‘El Pibe’

Diego Maradona foi o capitão que mais golos marcou no Mundial – seis golos. Lionel Messi poderá bater o recorde do antigo líder da sua seleção, uma vez que entra na competição com três golos marcados enquanto capitão da Argentina.

O recorde na CONCACAF

O México mantém o recorde da equipa da CONCACAF, Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe, ficou mais jogos seguidos sem perder – do Mundial nos EUA, em 1994, ao de França, em 1998, os mexicanos estiveram seis jogos sem sofrer uma derrota. A Costa Rica poderá agora bater esta marca – a seleção chega à Rússia sem ter perdido um único dos cinco jogos no Mundial no Brasil, em 2014 e, se não perderem contra a Sérvia, no próximo dia 17, nem com o Brasil, a 22, tornam-se os novos recordistas.

O goleador dos mundiais

O alemão Thomas Muller também vai tentar bater um novo recorde: cinco golos por edição em três mundiais. O compatriota Miroslav Klose e o peruano Teofilo Cubillas foram, até agora, os únicos jogadores a conseguirem marcar mais de quatro golos em duas edições desta competição.

Ir a jogo em cinco edições

Participar em cinco Mundiais seguidos? Sim, é possível. E Rafa Marquez está prestes a juntar-se à lista dos jogadores que conseguiram este feito. O mexicano junta-se ao seu compatriota Antonio Carbajal e ao alemão Lothar Matthaus, com o mesmo recorde. Gianluigi Buffon também participou em cinco Mundiais, mas não jogou na edição de 1998.

Maior número de empates

O número cinco parece ser uma constante nas estatísticas do mundial: a Bélgica também tem um recorde, com cinco empates seguidos em Mundiais, entre 1998 e 2002. A Costa Rica já vai no terceiro empate – jogado no Mundial do Brasil - e poderá ultrapassar esta marca na Rússia.

CR também pode bater recorde

Cristiano Ronaldo também poderá bater um recorde nesta competição. Caso consiga marcar durante o torneio, o português será um dos três jogadores, a par com o australiano Tim Chaill e o mexicano Rafa Marquez, a faturar em quatro Mundiais. Os alemães Uwe Seeler e Miroslav Klose e o brasileiro Pelé são os únicos homens que marcaram em mais de três edições.

Vitória como jogador e treinador

Se Didier Deschamps levar a França à vitória juntar-se-á ao grupo daqueles que conseguiram conquistar a taça tanto como jogador como selecionador. O antigo jogador, que alcançou o título de campeão do Mundo em 1998, ficará a par do brasileiro Mario Zagallo e do alemão Franz Beckenbauer.

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