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Google investe em centro tecnológico em Oeiras e cria 500 empregos

Google investe em centro tecnológico em Oeiras e cria 500 empregos

Shutterstock Magalhães Afonso 25/01/2018 08:55

Primeiro-ministro anunciou em Davos o investimento da gigante tecnológica norte-americana

A Google vai instalar um novo Centro de Serviços para a Europa, Médio Oriente e África em Portugal. O centro será instalado em Oeiras, a partir de junho, e vai levar à criação de 500 novos empregos. 

“Entre muitos investimentos em perspetiva, destaco um: Portugal vai acolher em breve um investimento da Google que arrancará logo com a criação de 500 empregos qualificados”, anunciou ontem o primeiro-ministro, em Davos. 

A Google já confirmou a chegada a Portugal e adiantou que o centro nacional será “totalmente dedicado aos fornecedores”. A Câmara Municipal de Oeiras acrescentou que o novo centro de serviços da multinacional norte-americana vai ficar instalado no Parque Empresarial Lagoas Park, em Porto Salvo. Segundo o o governo, Portugal conseguiu este investimento da Google “no quadro de uma competição internacional muito forte”.

António Costa falou dos planos da gigante tecnológica numa conferência no Fórum Económico Mundial dedicada a apresentar Portugal a investidores estrangeiros como um país competitivo para instalar e desenvolver startups e para investimento tecnológico. 

O líder do executivo frisou que Portugal é um país com cidadãos que falam bem línguas estrangeiras, que tem boa formação académica no ramo das engenharias e que “investe forte na educação”. Para elencar as vantagens competitivas do país, Costa afirmou ainda que “estas companhias também sabem que Portugal é uma porta para diferentes continentes”. 

Investimentos tecnológicos

António Costa tentou também passar a mensagem de que o país “tem uma política atrativa para investimentos tecnológicos e está a acelerar a aplicação dos fundos estruturais” da União Europeia. 

Na conferência intitulada “Porquê Portugal, porquê agora?” também estiveram presentes os ministros da Economia, Manuel Caldeira Cabral, e das Finanças, Mário Centeno, e também vários investidores internacionais, assim como diretores e editores de órgãos de comunicação social internacionais. 

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