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Comic Con. Oito razões para ser um tipo da pop

Comic Con. Oito razões para ser um tipo da pop

Miguel Branco 03/12/2015 17:11

A segunda edição da Comic Con Portugal está de volta à Exponor, em Leça da Palmeira, de amanhã a  domingo. A receita é a mesma: bancas e mais bancas com todo o tipo de merchandising da cultura popular, de videojogos a banda desenhada, passando pelo cinema e pela televisão. As consolas – onde pode desafiar amigos e fazer apostas de jantares ou algo parecido – são uma grande atracção. Cabe-lhe a si saber se prefere passar a tarde de volta do comando ou a ver os convidados de honra do evento. Faça o que fizer, não se esqueça, aqui só não vale atirar ovos.

John Noble
Lembra-se dele – esperemos que lembre, é daquelas imperdoáveis – em “Senhor dos Anéis”. Aí o australiano era Denethor, regente de Gondor. Mas também já foi Dr. Walter Bishop em “Fringe”. Apesar de ter tido bastante destaque no cinema, foi na televisão que cumpriu grande parte da sua carreira. É a esta que vai voltar para entrar no elenco da quarta temporada de “Elementar”, da CBS. Oportunidade única para fazer todas as perguntas. Denethor nunca morrerá.  

 

After Party
Qualquer evento que se preze exige uma after party. Atenção: quando dizemos eventos estamos a falar de tudo – imagine uma after party de um pequeno-almoço, seria incrível. De volta à realidade, diga-se que este é daqueles “afters” com bastante de surreal. É sexta-feira no Eskada Porto, pague um shot de tequila ao batman, só lhe fica bem.  

 

Nathalie Emmanuel
Quando uma britânica tem um aspecto tão exótico como Nathalie Emmanuel, o bilhete para Hollywood está entregue. O difícil é acreditar que isso explique a súbita ascensão. Mas o papel de protagonista no elenco original de Londres do “The Lion King”, aos dez anos, talvez ajude a entender. Actualmente é Missandei em “Guerra dos Tronos” e participou no recente “Furious 7”. Talvez tenha tempo para lhe pedir o cabelo emprestado. 

 

Tara Reid
Em 1998, Tara Reid foi Bunny em “O Grande Lebowski”, outra daquelas memórias que é bom que tenha ou a gente chateia-se. A outra é infalível: Vicky é a eterna referência da geração “American Pie”. Os jovens com queda para loiras ainda a têm na parede – cortesia da “Bravo”, claro. Está na hora de perguntar como andam o pai do Jim e a mãe do Stifler. 

 

Filipe Melo
È pianista, realizador, autor de banda desenhada... Filipe Melo vai a todas. Quando falamos de banda desenhada recordamos que é autor da trilogia “As Aventuras de Dog Mendonça e Pizzaboy”, e também foi convidado para a reconhecida colectânea “Dark Horse Presents”, que também assinam nomes comoFrank Miller e Mike Mignola. Ultimamente tem dado que falar por “Uma Nêspera no Cu”. O que será que Filipe Melo prefere? 

 

Mark Obsorne
Olhar para Mark Osborne é ter a certeza que nerds como ele não há muitos. No bom sentido, claro. Osborne alternou a sua carreira entre curtas-metragens independentes e filmes de animação, que lhe valeram nomeações para o Óscar de Melhor Realizador, como “Kung Fu Panda”. Passa pela Comic Con a propósito de “Principezinho”, filme que se estreou este ano e que terá um painel exclusivo na Exponor. Bonito era desafiá-lo para um combate de kung fu. 

 

Brian Azzarello
O bigode não engana, daí que Azzarello possa bem ser apelidado “Chalana da Banda Desenhada”. Esperemos que Chalana não nos leve a mal, mas o currículo de Azzarello fala por si: “100 Balas”, feito com Eduardo Risso, valeu o Prémio Esiner em 2001. Este argumentista norte-americano sempre esteve ligado à DC Comics, tendo escrito para diversas edições de Batman e Super-Homem. Leve uma fotografia de Chalana e peça uma caricatura. Mistério desfeito. 

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