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Manuel Valls afirma que já houve 150 rusgas desde sexta-feira
Em Lyon  foram apreendidas armas, um lança-foguetes e coletes à prova de bala

Manuel Valls afirma que já houve 150 rusgas desde sexta-feira

Em Lyon foram apreendidas armas, um lança-foguetes e coletes à prova de bala ERIC FEFERBERG/EPA Jornal i 16/11/2015 09:23

Valls disse que as autoridades acreditam que novos ataques terroristas estão a ser planeados em França.

 

Mais de 150 rusgas foram levadas a cabo em locais islamitas em França desde os atentados perpetrados na sexta-feira, disse esta segunda-feira o primeiro-ministro francês, Manuel Valls.

Em Lyon, no centro-leste do país, foram apreendidas armas, um lança-foguetes, coletes à prova de bala, várias pistolas e uma arma automática de tipo ‘kalachnikov’.

As autoridades procederam a cinco detenções, segundo uma fonte próxima do processo.

O estado de emergência decretado em França aumenta a margem de intervenção dos polícias, que confirmaram “dezenas de rusgas”.

O primeiro-ministro francês disse hoje que as autoridades acreditam que novos ataques terroristas estão a ser planeados em França e noutros países europeus após os atentados realizados na noite de sexta-feira em paris.

“Sabemos que há operações que estão a ser preparadas e que estão ainda em preparação, não apenas contra a França mas também contra outros países europeus”, afirmou Manuel Valls à rádio RTL, sem mais detalhes.

Anteriormente, Valls tinha estimado que os ataques poderiam ocorrer nos "próximos dias, próximas semanas".

O grupo extremista Estado Islâmico reivindicou no sábado, em comunicado, os atentados de sexta-feira em Paris, que causaram pelo menos 129 mortos, entre os quais dois portugueses.

De acordo com o último balanço feito pelos hospitais, das 415 pessoas que foram atendidas nos hospitais após os ataques, pelo menos 42 feridos continuavam no domingo à tarde em vigilância intensiva em unidades de reanimação.

Os ataques, perpetrados por pelo menos sete terroristas, que morreram, ocorreram em vários locais da cidade, entre eles uma sala de espectáculos e o Stade de France, onde decorria um jogo de futebol entre as selecções de França e da Alemanha.

A França decretou o estado de emergência e restabeleceu o controlo de fronteiras na sequência daquilo que o Presidente François Hollande classificou como “ataques terroristas sem precedentes no país”.

Lusa

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