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TAP. PS pressiona Parpública a suspender reprivatização

TAP. PS pressiona Parpública a suspender reprivatização

Rita Tavares 11/11/2015 17:08

Socialistas argumentam que o governo está em gestão e, por isso, limitado nas suas capacidades de decisão. Numa carta enviada à Parpública, os deputados do PS reafirmam que o partido está contra a venda da transportadora aérea e que o "processo em causa não pode ser concluído".

O grupo parlamentar do PS enviou esta quarta-feira uma carta ao presidente da Parbública onde defende que “não estão reunidas as condições legais nem políticas para que se mantenha” o processo de reprivatização da TAP, que se prevê que seja concluído amanhã.

Os socialistas colocam como primeiro argumento o facto de o governo estar limitado a “meros poderes de gestão, mas mais importante ainda, pelo facto de os partidos que constituem uma maioria na Assembleia da República serem frontalmente contra este processo”, consta na carta que foi enviada a Pedro Ferreira Pinto.

"Somos confrontados com o facto de estar prevista para 12 de Novembro a conclusão do processo relativo à venda do capital social da TAP. Esta assinatura de contratos está prevista num período em que o governo se encontra com poderes de gestão", defende o PS remetendo para a rejeição ao programa do governo, e consequente demissão, aprovada ontem na Assembleia da República pelas bancadas da esquerda (PS, PCP, BE e Verdes). Os deputados do PS rematam a missiva à Parpública (que gere as participações do Estado e que acompanha os processos de privatização) dizendo esperarem que o presidente da empresa "não conclua o actual processo de reprivatização da TAP, S.A., não procedendo à assinatura dos contratos de alienação do seu capital social".

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