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Guilherme Silva defende sistema eleitoral que facilite maiorias absolutas
A possibilidade de Costa vir a ser primeiro-ministro, sem ter ganho as eleições, é “o descrédito total do sistema"

Guilherme Silva defende sistema eleitoral que facilite maiorias absolutas

A possibilidade de Costa vir a ser primeiro-ministro, sem ter ganho as eleições, é “o descrédito total do sistema" Antonio Pedro Santos Luís Claro 28/10/2015 17:47

Ex-vice-presidente da AR argumenta que a situação do país prova de que o sistema eleitoral está “errado”.

O ex-líder parlamentar do PSD Guilherme Silva defende que a situação que o país está a viver prova que é necessário alterar o sistema eleitoral no sentido de facilitar a obtenção de maiorias absolutas. “O nosso sistema dificilmente gera maiorias absolutas, mas a conjuntura mundial exige estabilidade. Temos que fazer correcções sem desvirtuar a democracia”, diz ao i o ex-vice-presidente da Assembleia da República.

Guilherme Silva defende que a possibilidade de António Costa vir a ser primeiro-ministro, sem ter ganho as eleições, é “o descrédito total do sistema e a confirmação de que algo está errado” e “a última machadada que o sistema precisava para demonstrar perante o país que se desrespeita a vontade popular”.

O ex-deputado social-democrata dá o exemplo da Grécia em que o sistema eleitoral dá um bónus de 50 deputados ao partido vencedor. “É uma hipótese que deve ser ponderada”, defende.

Os italianos aprovaram este ano uma nova lei eleitoral, que incentiva maiorias estáveis. A nova lei entra em vigor no próximo ano e dá um prémio ao partido ou à coligação vencedora para atingir a maioria absoluta. 

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