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Cardeal-patriarca de Lisboa "satisfeito" com valorização de famílias pelo Sínodo
O patriarca de Lisboa considerou que o Sínodo sobre a família abre perspectivas para uma sociedade que está "muito individualizada", , podendo torná-la "mais familiar

Cardeal-patriarca de Lisboa "satisfeito" com valorização de famílias pelo Sínodo

O patriarca de Lisboa considerou que o Sínodo sobre a família abre perspectivas para uma sociedade que está "muito individualizada", , podendo torná-la "mais familiar Jornal i 25/10/2015 17:39

Os trabalhos do Sínodo chegaram ao fim este sábado, no Vaticano.

O cardeal-patriarca de Lisboa, Manuel Clemente, afirmou-se "muito satisfeito" com os trabalhos do Sínodo dos Bispos, que valorizaram o acompanhamento das famílias, lê-se no site da agência de notícias religiosas Ecclesia.

Os trabalhos do Sínodo chegaram ao fim este sábado, no Vaticano, com a apresentação ao papa Francisco de um relatório que aposta no acompanhamento de cada família.

“Temos de dar muito mais importância às famílias, à preparação para o matrimónio, ao acompanhamento das famílias cristãs, mesmo aquelas que vivem em rutura, para vermos o que podemos consertar com a ajuda de todos”, declarou o cardeal-patriarca após a votação do relatório final, que teve 94 pontos aprovados na sua totalidade por maioria de dois terços, segundo a Ecclesia.

Para o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, "se a família é assim tão importante", é preciso "dar-lhe a importância que ela tem, quer na preparação, quer no acompanhamento daqueles que já não vivem a família como a começaram dantes, para todos uma atenção redobrada porque o seu papel é indispensável para a Igreja e para a sociedade".

Manuel Clemente, que foi um dos dois delegados do episcopado português no Sínodo, juntamente com o bispo de Portalegre-Castelo Branco Antonino Dias, afirmou que os trabalhos da assembleia decorreram com "serenidade" e "naturalidade", lê-se ainda no site da Ecclesia.

Quanto à realidade portuguesa, o patriarca de Lisboa considerou que o Sínodo sobre a família abre perspectivas para uma sociedade que está "muito individualizada", podendo torná-la "mais familiar, mais próxima, mais vizinha, mais solidária entre gerações".

Lusa

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