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Conselho Finanças Públicas piora previsões de crescimento do PIB para 2016
O CFP “mantém o perfil de recuperação da economia"

Conselho Finanças Públicas piora previsões de crescimento do PIB para 2016

O CFP “mantém o perfil de recuperação da economia" Shutterstock Jornal i 14/10/2015 12:42

Ainda assim, até ao final deste ano prevê-se que o PIB cresça 1,7%.

O Conselho de Finanças Públicas (CFP) reviu esta quarta-feira em alta ligeira a previsão de crescimento para este ano, para os 1,7%, mas espera agora um crescimento inferior da economia portuguesa entre 2016 e 2019.

No relatório 'Finanças Públicas: Situação e Condicionantes 2015-2019', publicado esta quarta-feira e que actualiza a edição divulgada em Março, o CFP prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça 1,7% em 2015 (ligeiramente acima dos 1,6% previstos em Março).

Para 2016 e para 2017, projecta-se um crescimento de 2,1% em cada um dos anos (abaixo dos 2,3% em 2016 e dos 2,4% em 2017 antecipados anteriormente). Para 2018, o CFP espera um crescimento económico de 1,9% (contra os 2,2% previstos em Março) e, para 2019, antecipa um crescimento de 1,8% (abaixo dos 2,2% anteriormente esperados).

O Governo previu em Abril de 2014, no Programa de Estabilidade, que o PIB cresça 1,6% este ano, acelerando o ritmo de crescimento para os 2% em 2016 e estabilizando nos 2,4% nos três anos seguintes.

No documento, que assume um cenário de políticas invariantes, ou seja, considera apenas as medidas de política económica e orçamental já adoptadas e as medidas legislativas para o horizonte de 2015 a 2019, o CFP refere que “mantém a perspectiva de recuperação moderada da economia portuguesa, embora reveja em baixa o crescimento no médio prazo”.

Apesar da revisão em baixa da evolução da actividade económica este ano, para os anos seguintes, o CFP “mantém o perfil de recuperação da economia, mas com taxas de crescimento inferiores às anteriormente publicadas, ampliando-se as diferenças ao longo do horizonte de projecção”.

A instituição liderada por Teodora Cardoso acrescenta que “o crescimento projectado resulta totalmente do contributo da procura interna, enquanto a procura externa dará um contributo negativo, embora melhorando ao longo de todo o período”.

Lusa

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