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Os casos polémicos da carreira de José Rodrigues dos Santos

Os casos polémicos da carreira de José Rodrigues dos Santos

Rodrigo Cabrita José Paiva Capucho 09/10/2015 11:19

Logo no início do ano foi criticado por uma peça que escreveu sobre a Grécia.

Os “paralíticos” Gregos 

Grécia Este ano, o pivô já tinha sido ferozmente criticado por uma peça que fez sobre a Grécia em Janeiro, quando estava a cobrir as eleições helénicas. Referia-se aos gregos que circulavam perto da casa do antigo ministro da Defesa grego e se faziam passar por “paralíticos que subornavam um médico para obter uma certidão fraudulenta de deficiência que lhes permite receber mais um subsidiozinho”. O agora deputado pelo Bloco de Esquerda José ManuelPureza criticou a peça em directo, alegando que “infelizmente, não estava a ser cumprida a missão de serviço público”. Rodrigues dos Santos retorquiu: “Só se podem dizer coisas com que os políticos concordem? Azar, porque eu falo”, declarou ao “Diário de Notícias”.

Os confrontos com José Sócrates

Lisboa Em 2014, num espaço de comentário político de José Sócrates, Rodrigues dos Santos apontou contradições entre o discurso do ex-primeiro-ministro e o que defendera quando estava no poder. “Não vinha preparado para isto”, afirmou o socialista, revelando algum incómodo com a intervenção do jornalista. Quinze dias depois, novo confronto, em que José Rodrigues dos Santos se declarou “ofendido” com as declarações de José Sócrates. Apolémica teve forte repercussão nas redes sociais e opivô chegou mesmo a emitir um longo comunicado na sua página oficial de Facebook para se defender das críticas.

Em 2007 esteve próximo de ser despedido

Lisboa Em 2007, JoséRodrigues dos Santos esteve quase para ser despedido da RTP1 com justa causa, acabando apenas suspenso. Numa entrevista ao “Público”, o jornalista acusou a empresa de interferir ilegitimamente em matéria editorial, “passando recados” ao poder político, em relação ao ano de 2004, depois de se ter demitido de director de informação. Mas nos argumentos utilizados pelo conselho de administração estava o facto de José Rodrigues dos Santos não cumprir com os horários laborais nem passar no controlo biométrico. No final do ano, a administração mudou, o processo foi arquivado e o jornalista acabou por ficar até aos dias de hoje.

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