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Vítor Pavão dos Santos recebe o Prémio Amália Rodrigues
A entrega do prémio decorre na X Gala Amália Rodrigues

Vítor Pavão dos Santos recebe o Prémio Amália Rodrigues

A entrega do prémio decorre na X Gala Amália Rodrigues Jornal i 06/10/2015 09:05

O galardão foi decido por unanimidade.

O historiador Vítor Pavão dos Santos, de 80 anos, recebe esta terça-feira, no Teatro Municipal S. Luiz, em Lisboa, o Prémio Amália Rodrigues, que, pela primeira vez, é atribuído a uma única personalidade.

O galardão foi decido, por unanimidade, por um júri presidido pelo ex-director-geral do Património Cultural, Elísio Summavielle, e, constituído, entre outros, pela cantora Simone de Oliveira e os fadistas Maria Amélia Proença e Rodrigo.

Em ata, o júri destacou o “extraordinário papel” do antigo director do Museu do Teatro, na divulgação da carreira de Amália Rodrigues (1920-1999), de quem foi o seu primeiro biógrafo.

Referem os jurados que Pavão dos Santos "devotou toda a sua admiração e colocou grande empenho, pessoal e profissional, na divulgação e estudo” da carreira da fadista e poetisa.

A entrega do prémio decorre na X Gala Amália Rodrigues, que é protagonizada pelos fadistas Tânia Oleiro e Ricardo Ribeiro.

O lisboeta Vítor Pavão dos Santos é licenciado em História de Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, foi o fundador do Museu Nacional do Teatro, inaugurado em 1985, do qual foi o primeiro director, e esteve na génese do Museu Nacional do Traje (1973), com Natália Correia Guedes.

Entre outras funções, foi investigador da Fundação Calouste Gulbenkian, de 1967 a 1982, no âmbito do projecto documental para a História de Arte em Portugal, e dirigiu o departamento de Museus, Palácios e Fundações do então Instituto Português do Património Cultural.

Em 1983, no âmbito da XVII Exposição Europeia de Arte, Ciência e Cultura, sob o lema “Os descobrimentos portugueses e a Europa do Renascimento”, foi responsável pelo núcleo da Casa dos Bicos, que apresentou “A Dinastia de Avis e a Europa, Arte e Quotidiano”.

Dos títulos que publicou destacam-se também “A revista à portuguesa” (1978), a fotobiografia “Amália, uma estranha forma de vida” (1992) e, este ano, “O fado da tua voz – Amália e os poetas” e “O Veneno do Teatro ou conversas com Amélia Rey Colaço”.

Lusa

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