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Costa apela aos que “querem que isto mude, mas receiam que não corra bem”
No apelo aos indecisos António Costa pediu mais uma vez que os socialistas se “batam por cada voto

Costa apela aos que “querem que isto mude, mas receiam que não corra bem”

No apelo aos indecisos António Costa pediu mais uma vez que os socialistas se “batam por cada voto José Sérgio Rita Tavares 01/10/2015 15:17

Líder socialistas volta a garantir que o PS mudou e que “o tempo não volta para trás”, num apelo aos indecisos desconfiados com a governação socialista.

Com a campanha a entrar na recta final, António Costa concentra-se nos indecisos, com um discurso a apontar para os que desconfiam do PS. “Também aprendemos com a nossa experiência”, garante o líder socialista que exorta os socialistas a fazerem um “esforço para chamar aqueles que têm uma firme vontade que isto mude, mas têm receio que isto não corra bem”.

Num almoço com apoiantes em Vila Nova de Gaia, Costa continuou a responder ao argumento do despesismo que é atirado da coligação e voltou a afastar-se de “uma discussão infantil sobre obras públicas” (e da anterior governação socialista), garantindo ainda que “o tempo não volta para trás. Só uma coligação incapaz de olhar para o futuro é que acha que seria possível estarmos hoje aqui como se nada tivesse acontecido e estarmos aqui hoje com o programa de há quatro anos”. A garantia que o candidato dá a esse lote de indecisos desconfiados é que “o programa do PS é à medida das necessidades da economia portuguesa”.

Mas também houve piscar de olho ao eleitorado dos partidos à esquerda do PS, com Costa a assegurar que “tudo é possível com as regras da zona euro e a advertir: “Aprendemos todos nos últimos meses que ninguém muda a Europa e m confrontação. A Europa muda-se em negociação”.

O aviso final foi para o Presidente da República, ainda que de forma indirecta. No apelo aos indecisos António Costa pediu mais uma vez que os socialistas se “batam por cada voto. Cada voto vai ser absolutamente essencial para garantir um resultado absolutamente inequívoco de uma maioria absoluta”. E para quê? “Para não dar pretextos a ninguém para não nomear segunda-feira um governo do PS”.

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