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5 conselhos para manter o cérebro sempre jovem
Crianças que vão para a escola a pé costumam tirar melhores notas

5 conselhos para manter o cérebro sempre jovem

Crianças que vão para a escola a pé costumam tirar melhores notas Shutterstock Jornal i 02/09/2015 21:40

Engana-se se acha que apenas o corpo precisa de ser exercitado e cuidado. O cérebro também. 

Segundo uma análise feita pela BBC, damos-lhe 5 conselhos a seguir para que consiga manter o seu cérebro sempre jovem. 

1. Não deixe de acreditar nas suas capacidades 
Temos tendência para acreditar que com o passar dos anos vamos perdendo a memória e que isso é um problema decorrente do envelhecimento.

No entanto, nos últimos dez anos, Dyana Touron, da Universidade da Carolina do Norte, descobriu que com a idade as pessoas perdem confiança nas suas habilidades mentais, mesmo quando elas estão a funcionar na perfeição.

Como consequência acabamos dependentes de “muletas” como o GPS, a máquina de calcular ou agendas.

Mas, na verdade, é o facto de não estimularmos o cérebro que leva à perda de memória. Tal como o corpo o cérebro tem de ser treinado.

2. Proteja os seus ouvidos 
Segundo um estudo americano, a perda de audição desencadeia perda de massa cinzenta do cérebro. Muito provavelmente porque nos bloqueia de estímulos úteis. Ainda segundo o mesmo estudo, o problema aumenta em 24% o risco de atraso cognitivo.

Por isso, independentemente da idade tenha atenção àquilo que poderá estar a deteriorar a sua audição. Bastam 15 segundos de música alta diariamente para que a sua audição se deteriore.

3. Aprenda novos idiomas ou a tocar um instrumento musical 
Se pensa que as aplicações de telemóvel o vão ajudar a exercitar o cérebro engana-se. Porque é que não experimenta algo mais ambicioso como aprender uma língua ou a tocar um instrumento musical?

Tanto uma actividade como a outra exercitam a sua atenção, memória e requerem ainda o desenvolvimento de várias outras habilidades – como quando tenta tocar uma canção ou pronunciar os sons de palavras novas.

Um estudo publicado no ano passado concluiu que os músicos têm menos 60% de probabilidade de desenvolver demência, comparando com as restantes pessoas. Além de que falar outra língua pode atrasar em 5 anos o diagnóstico de Alzheimer.

4. Modere a quantidade de fast food 
A obesidade pode prejudicar o cérebro de muitas maneiras. Níveis altos de colesterol nas artérias pode diminuir a quantidade de sangue que vai para o cérebro e consequentemente a levar à falta de nutrientes e oxigénio – necessário para que funcione bem.

Além de que os neurónios são extremamente sensíveis à insulina. E comer alimentos calóricos e doces com frequência pode aumentar a produção de insulina.

Por outro lado, há alimentos que deve mesmo consumir para reduzir os efeitos que a idade provoca ao cérebro. Alimentos ricos em ómega 3, ácidos gordos e vitaminas D e B12 são sempre uma boa opção.

Isto explica o facto de que os idosos que sempre se alimentaram de uma dieta mediterrânica tendem a mostrar as mesmas habilidades cognitivas que pessoas sete anos mais novas.

5. Tome atenção ao seu corpo 
Corpo são, mente sã. Afinal o ditado faz mesmo sentido. Exercitar o corpo é uma das melhores maneiras de manter o cérebro em bom funcionamento, além de que estimula o crescimento das conexões entre neurónios.

A actividade física estabelece ainda um melhor fluxo sanguíneo para o cérebro, levando uma enorme quantidade de proteínas que ajudam ao crescimento e à manutenção de conexões entre os neurónios.

Há estudos que revelam que as crianças que vão para a escola a pé costumam tirar melhores notas e que os idosos que fazem caminhadas com regularidade tendem a ter maiores níveis de concentração e memória. 

 

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