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Justiça decreta arresto de 4,7 milhões a João Rendeiro

Justiça decreta arresto de 4,7 milhões a João Rendeiro

jornal i 06/05/2015 20:26

A casa de João Rendeiro na Quinta Patino foi um dos imóveis "apreendidos"

O Tribunal decretou o arresto preventivo de bens de João Rendeiro avaliados em 4,7 milhões de euros, após o ex-presidente do ex-Banco Privado Português (BPP), bem como Paulo Guichard e Salvador Fezas Vital, terem falhado o depósito de uma “caução económica” de quase sete milhões de euros, revela o "Público".

De acordo com o mesmo jornal, a verba destina-se a garantir o pagamento de eventuais indemnizações a investidores da Privado Financeiros que se dizem lesados pela acção dos três ex-executivos que estão a ser julgados por vários crimes, como burla e falsificação de documentos.

Segundo a sentença, além do arresto da casa de João Rendeiro na Quinta Patino, em Cascais, de um terreno contíguo e de dois apartamentos um na capital e outro em Paço D'Arcos, o Tribunal da Comarca de Lisboa decidiu ainda “apreender” o saldo das contas bancárias do fundador do ex-BPP ( e de Fezas Vital), assim como das acções, de fundos de investimento mobiliário, de títulos e de valores depositados até ao limite de 500 mil euros. No seu conjunto os activos em numerário, imobiliários e mobiliários estão avaliados em 4,7 milhões de euros. A instância já informou o Banco de Portugal.

Recorde-se que, a 28 de Novembro de 2008, João Rendeiro, o maior accionista do BPP, renunciou à presidência da instituição que pouco depois decretou falência. Após inquiridos pelo Ministério Público, Rendeiro, Guichard e Fezas Vital (os três principais executivos da instituição), e ainda Fernando Lima e Paulo Lopes foram igualmente acusados de falsificação de documentos e falsidade informática "com o propósito de conferir a aparência de um bom governo do BPP e manter os cargos de administração que exerciam, com o respectivo estatuto remuneratório, dos quais seriam afastados assim que o Banco de Portugal tomasse conhecimento das descritas condutas, como veio a ocorrer", conclui o Público.

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