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Paulo Portas desmente SMS a Passos

Paulo Portas desmente SMS a Passos

Pedro Nunes/Lusa Cláudia Sobral 05/05/2015 20:19

Demissão foi por carta e não por SMS. Vice-primeiro-ministro admite que tenha sido um lapso, visto não ter falado com a autora da biografia autorizada de Passos Coelho.

Paulo Portas desmente revelação de Passos Coelho na biografia “Somos o que escolhemos ser” de que em 2013 se terá demitido por SMS e não atendido o telefone ao primeiro-ministro.

Depois de ao longo do dia vários centristas terem dado a entender que o livro, da autoria da assessora do PSD Sofia Aureliano, estava a causar incómodo no partido, surgiu a primeira reacção oficial do CDS, peremptório a desmentir Passos.

“O pedido de demissão do então Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros aconteceu na manhã de 2 de Julho de 2013, e foi naturalmente formalizado por carta”, lê-se numa nota enviada aos jornalistas, que explica, de seguida, que o vice-primeiro-ministro “não falou com a autora do pelo que admite que a mesma tenha incorrido num lapso a que não atribui importância”.

No livro, é o próprio primeiro-ministro a dizer que quando Portas apresentou a demissão do cargo de Ministro dos Negócios Estrangeiros, em 2013, o fez por SMS: "Fui almoçar e quando ia a caminho da comissão permanente, às 15h, recebi um SMS do dr. Paulo Portas a dizer que tinha reflectido muito e que se ia demitir.”

O CDS, que apenas há dez dias anunciou que concorreria coligado com o PSD às próximas legislativas, informa que Paulo Portas “não comenta nem valoriza algumas notícias hoje [terça-feira] surgidas a propósito da publicação do livro ‘Somos o que escolhemos ser’”. 

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