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Pordata brinca com os dados no Pavilhão do Conhecimento
D.R.

Pordata brinca com os dados no Pavilhão do Conhecimento

D.R. Margarida Vaqueiro Lopes 23/04/2015 16:45

A Pordata saiu do computador e chega esta quinta-feira ao Pavilhão do Conhecimento

Sem números não podemos “saber o que somos, quem somos, o que fazemos”. Em declarações ao i, a directora da Pordata, Maria João Valente Rosa, nota ainda que “a divulgação científica e do conhecimento sobre nós, sobre as pessoas, sempre foi um dos objectivos da Pordata/Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS)”. Razão pela qual a Pordata saiu do computador e chega hoje ao Pavilhão do Conhecimento, numa parceria com o Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva.

A exposição “Pordata Viva” celebra os cinco anos de existência da base de dados e quer levar os indicadores que “permitem entender a evolução do país” a todos os que até Dezembro a visitarem. “Quando pensámos na exposição percebemos que o Pavilhão do Conhecimento, pelo trabalho que tem feito desde sempre, tinha de ser o nosso parceiro.” Dividida em dez módulos, a exposição leva ao público indicadores das três bases de dados da Pordata – Portugal, municípios e Europa – em actividades interactivas e com várias componentes multimédia: do DJ Data, em que tem de se ajustar o volume da música a gráficos de dados reais sobre o número de assinantes da internet em Portugal ou medalhas portuguesas ganhas em competições desportivas à Europa na balança, em que se pode comparar o peso do PIB de cada país no total da Europa.

É ainda possível passar no Desmistificador, onde os números quebram algumas ideias feitas, e há até gráficos participativos em que os visitantes são convidados a contribuir para as estatísticas. “Queremos levar esta exposição pelo país”, revelou ainda a responsável da Pordata. A ideia é que durante 2016 os indicadores passeiem por outros centros Ciência Viva, de forma a garantir que chegam ao maior número de pessoas possível.

“Esta exposição não é só para os mais novos: é para os professores, para os pais, para os avós. Os indicadores foram escolhidos de forma a serem sugestivos e a proporcionarem uma ideia geral do país, e do país na Europa”, esclareceu Maria João Valente Rosa. Para o presidente da Fundação, Nuno Garoupa, esta iniciativa é mais um passo na direcção daquele que é “o principal objectivo da FFMS: transmitir uma mensagem consistente”, que chegue a todos.

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