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2018: Previsões apontam para o melhor dos últimos cinco anos no mercado do cimento

2018: Previsões apontam para o melhor dos últimos cinco anos no mercado do cimento

Carolina Brás 13/02/2019 12:54

A previsão é da Associação dos Industriais a Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) que divulgou os resultados de 2018 referente ao intervalo entre janeiro e novembro que dão conta do aumento para 2,6 milhões de toneladas 

2018 pode ter sido o melhor dos últimos cinco anos para o mercado nacional. A previsão é da Associação dos Industriais a Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) que divulgou os resultados de 2018 referente ao intervalo entre janeiro e novembro que dão conta do aumento para 2,6 milhões de toneladas. 

Segundo o comunicado da AICCOPN, os aumentos não se fizeram sentir apenas no que diz respeito ao cimento. No mesmo período de tempo, as licenças de construção nova e reabilitação habitacional emitidas pelas Câmaras Municipais, cresceram 24,3% face ao mesmo período de 2017, para um total de mais de 13 mil. O mesmo aconteceu com o número de fogos em construções novas licenciadas que aumentou 40,1% para mais de 18 mil habitações. 

A associação divulgou também os resultados que do crédito à habitação. Só no mês de novembro, estas aumentaram pouco mais de 20% em termos acumulados da concessão de novo crédito e 3% do montante em stock. "Já no que concerne ao stock de crédito concedido às empresas da fileira da construção e imobiliário continua-se a assistir a uma contração (-5,6%), face ao observado em 2017", explicou a associação. 

Já o valor médio da avaliação bancária na habitação em novembro foi de 1.215 euros por metro quadrado, um aumento de 6,2% face ao mesmo mês mesmo de 2017. "Nos apartamentos, o aumento foi de 7,0% para 1.277€ e nas moradias de 4,8% para 1.115€, em termos homólogos", pode ler-se em comunicado. 

Nos Açores, no que diz respeito aos fogos licenciados em construções novas até novembro, este aumentou 20,8%. "Destes, 59,9% são de tipologia T3 ou superior, 24,0% de tipologia T2 e 16,1% de tipologias inferiores. Quanto aos valores de avaliação bancária na habitação nesta região verificou-se, em novembro, um aumento em termos homólogos, de 3,6% para 1.044€ por m2", explicou a associação. 

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