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Catarina Martins avisa que agora é "tempo de investir"
Catarina Martins encerrou o Fórum Socialismo

Catarina Martins avisa que agora é "tempo de investir"

Catarina Martins encerrou o Fórum Socialismo DR Rosa Ramos 02/09/2018 21:10

Discurso de reentré da coordenadora do Bloco de Esquerda centrou-se no próximo Orçamento do Estado 

Catarina Martins defende que o próximo Orçamento do Estado (OE) vai ter de apostar nos serviços públicos. No discurso de encerramento do Fórum Socialismo, que terminou este domingo e marcou a rentrée do partido, a coordenadora do Bloco de Esquerda (BE) elencou um conjunto de propostas para o OE de 2019, numa altura em que já decorrem as negociações.

“Investir. É este o tempo. Se não fora agora, quando será? É agora que a economia cresce e que estamos a recuperar. É agora que podemos e devemos. Se não o fizermos, se deixarmos degradar mais os serviços públicos, as infraestruturas, o território, estaremos a hipotecar o futuro”, avisou, antes de alertar que é preciso “salvar o Serviço Nacional de Saúde”, através do aumento de financiamento, do fim das taxas moderadoras e da valorização dos profissionais.

Num discurso que teve como destinatário principal António Costa, Catarina Martins defendeu ainda que atual Executivo poderia ter ido “mais longe” do que aquilo que foi nos últimos anos, sobretudo no que diz respeito à reposição de rendimentos. “O PS foi irresponsável de cada vez que virou as costas a uma urgência social, de cada vez que hesitou quando era preciso coragem para enfrentar os interesses económicos, de cada vez que deixou na gaveta uma despesa necessária, seja para renovar um equipamento hospitalar, seja para o serviço ferroviário”, atirou.

A coordenadora do BE avisou, por outro lado, que o défice não pode controlar “o rumo do país”. E que “continuar o caminho de recuperação não põe as contas públicas em risco, não é irresponsável e muito menos eleitoralista”.No mesmo discurso, Catarina Martins admitiu que é este “o teste da Esquerda”, sendo que é “na timidez do PS que as direitas apostam”. Logo a seguir, não poupou críticas ao PSD e ao CDS, a quem acusou de “cinismo”. “É uma direita desesperada, sem programa e que se alimenta de casos”, acusou. Para Catarina Martins, a 

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