25/9/18
 
 
António Costa. "Não obrigamos ninguém a regressar mas devemos fazer o esforço" | Vídeo

António Costa. "Não obrigamos ninguém a regressar mas devemos fazer o esforço" | Vídeo

Miguel SIlva Jornal i 31/08/2018 13:38

António Costa falou acerca dos incentivos do Governo para o regresso de emigrantes

António Costa falou esta sexta-feira acerca dos incentivos que o Governo está a desenvolver para o regresso de emigrantes e garantiu que estes serão fundamentais para o objetivo de “continuar a crescer de um modo sustentável.

Num vídeo intitulado por ‘Incentivo ao regresso de emigrantes’, partilhado no site do PS, o líder socialista afirma que tem seguido “com interesse” o debate do Executivo para desenvolver incentivos para que os emigrantes regressem e garante que da discussão sairá "uma solução final" para o objetivo: “aumentarmos os recursos humanos do nosso país para podermos continuar a crescer de um modo sustentável".

Além disto, o também primeiro-ministro, responde à crítica de que a proposta “não resolve tudo” e afirma que tem “consciência” que o “essencial é haver emprego” e, por isso, a prioridade foi “combater o desemprego”.

"Por isso, a nossa prioridade foi combater o desemprego. Depois de termos criado 315 mil novos postos de trabalho, temos já muitos setores de atividade com carências de mão-de-obra e que precisam de pessoal”, disse.

Além disto, António Costa afirma saber que é “necessária uma nova política salarial”, lembrando que o Estado “faria a sua parte com incentivos fiscais” no Orçamento de Estado (OE), mas que é também preciso que as empresas façam “a sua parte com uma nova política salarial”.

"Não é. Não é uma medida discriminatória a quem já emigrou e que beneficia do estatuto de residente não habitual e que vai poder continuar a beneficiar. Também não é discriminatória a quem ficou e não suportou o custo de ser forçado à emigração", afirmou Costa, respondendo assim à crítica de que os incentivos são uma “medida discriminatória”.

O líder do PS termina o vídeo relembrando que entre 2011 e 2015 foram “anos muito duros” e que houve “um pico de emigração como [Portugal] não tinha desde o início da década de 1960”.

"Devemos agora criar novas oportunidades para que quem queira, possa regressar. Claro que não obrigamos ninguém a regressar mas devemos fazer o esforço para aumentar, também com esses, os nossos recursos humanos de forma a podermos dar sustentabilidade ao processo de crescimento que temos em curso",concluiu.

 

Iniciar Sessão
Esqueceu-se da sua password?

×
×

Subscreva a Newsletter do i

×

Pesquise no i

×