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Obras de arte. Um negócio também de risco

Obras de arte. Um negócio também de risco

Dreamstime Sónia Peres Pinto 27/08/2018 21:17

Investir sem conhecer é como apostar na bolsa sem perceber

Apesar de ser um negócio rentável, a verdade é que também é de risco. Mas já há vários sites com opções de pinturas, fotografias ou objetos de design para todos os gostos e bolsas. A partir dos 75 euros e acima dos 10 mil pode começar o início de uma coleção.

De acordo com várias consultoras, a procura mantém-se e a maioria dos colecionadores de arte já assume que as aquisições são feitas devido aos retornos financeiros esperados no negócio.

A verdade é que o mercado da arte não substitui os investimentos financeiros tradicionais, pois tem características muito diferentes, mas pode complementar.

Mas nem tudo são vantagens. Um dos cuidados a ter diz respeito às falsificações e, tal como acontece com outros setores, quando existe maior procura também se verifica um aumento do número de falsificações. As obras de arte não ficam alheias a este risco.

Não se esqueça que investir em arte sem conhecer é como investir na bolsa sem perceber o seu funcionamento. O ideal é que antes de adquirir uma peça, o comprador procure informações sobre o autor e se inteire dos preços de mercado. Fugir dos negócios particulares, procurar galerias prestigiadas, pedir ajuda a especialistas, comprar em primeira mão e desconfiar do barato são algumas regras de ouro que deve seguir.

Além disso, evite aplicar dinheiro que pode vir a necessitar brevemente. A arte é um investimento a longo prazo, que só rentabiliza (se rentabilizar) muitos anos depois do seu investimento inicial. E nem sempre existe a garantia de vir a recuperar o capital investido. Ou seja, nada lhe garante que quando quiser vender a peça de arte que comprou vá obter lucro ou sequer recuperar o que investiu. 

 

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