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Defesa. Ministro angolano elogia "sã e profícua parceria" com Portugal

Defesa. Ministro angolano elogia "sã e profícua parceria" com Portugal

António Pedro Santos Jornal i 14/05/2018 13:06

O ministro português Azeredo Lopes está em Luanda

O ministro da Defesa de Angola elogiou esta segunda-feira a cooperação de Portugal no que diz respeito à formação de militares angolanos, falando numa "sã e profícua parceria".

Salviano Sequeira falava no Ministério da Defesa Nacional, em Luanda, durante a 17.ª reunião bilateral luso-angolana no domínio da Defesa, que contou com a presença do ministro português José Azeredo Lopes.

O general angolano frisou que a cooperação de Portugal neste campo "tem sido de grande valia, sendo a língua comum facilitadora".

"A este nível existe um programa-quadro a partir do qual se desenvolvem projetos específicos, com cursos técnicos em Portugal e Angola e esta área de cooperação tem decorrido de forma satisfatória, uma vez que ela está sendo implementada de forma articulada e coerente, o que é compensador para os dois países", sublinhou Salviano Sequeira, citado pela agência Lusa.

O ministro angolano disse que a "sã e profícua parceria" entre os militares dos dois países "se desenvolverá ainda mais com a assinatura do nosso programa quadro, para o quadriénio 2018-2021": "Certos de que Angola e Portugal vão continuar a criar este caminho juntos, uma vez que o caminho do progresso se faz com relacionamentos saudáveis".

Já o ministro da Defesa português realçou que esta parceria "prevê [também] a cooperação nas áreas das indústrias da defesa e militares e nas áreas da investigação. Sabemos que esse desiderato não teve ainda a concretização que ambos desejaríamos".

"Portugal iniciou este ano a revisão da sua Lei de Programação Militar e sabemos como é difícil definir aquilo de que vamos precisar, porque aquilo de que vamos precisar, as nossas necessidades, depende de um mundo cada vez mais volátil, com ameaças cada vez mais imprevisíveis e onde o conceito tradicional de capacidade já não nos dá aquela tranquilidade e estabilidade temporal de que beneficiávamos. Estou por isso a falar das comunicações, na vigilância marítima, nos fardamentos, nos produtos químicos e farmacêuticos, nas ações de desmilitarização, na desminagem, entre muitas outras que poderão ser um terreno para um trabalho profícuo entre os nossos dois Estados", frisou Azeredo Lopes, citado pela mesma agência de notícias.

 

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