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Combater a preguiça em quatro passos
A preguiça é algo com que podemos aprender a lidar

Combater a preguiça em quatro passos

A preguiça é algo com que podemos aprender a lidar Shutterstock Catarina Correia Rocha 08/10/2015 13:00

A preguiça é algo com que podemos e devemos aprender a lidar.

Quando é que a preguiça se torna preocupante?

Preguiça é uma opção
• É importante assumir que a preguiça é uma opção. E, portanto, dizer “Eu sou assim”, é um argumento inválido. Atribuir aos genes a vontade de nada fazer é só uma desculpa para não fazer esforços ou empenhar-se em tarefas, avisa o psicólogo Nuno Sousa.

Preguiça não é ócio
• A preguiça é prejudicial. Esta consciência de que estado de moleza faz mal é fundamental para mudar. Não tenha medo de arriscar e de procurar desafios novos porque a preguiça remete para experiências de vida pouco ricas, recomenda o especialista.

Não delegue
• Não delegue nos outros as responsabilidades da sua vida, porque assim bloqueia o seu auto desenvolvimento. Deste modo, serão sempre os outros a ganhar a experiência. O preguiçoso é que fica a perder, diz o psicólogo clínico. A longo prazo , é ultrapassado no seu percurso profissional e torna-se incapaz de tomar decisões autónomas.

Calcule bem os objectivos
• Não sinta pressa em colocar em prática os novos objectivos que cria. É essa ansiedade de querer atingir as metas idealizadas que pode originar a tensão

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