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Outros ódios de estimação
Mário Soares auto-suspendeu-se de secretário-geral do PS quando o partido decidiu apoiar a recandidatura de Eanes a Belém

Outros ódios de estimação

Mário Soares auto-suspendeu-se de secretário-geral do PS quando o partido decidiu apoiar a recandidatura de Eanes a Belém Jornal i 06/07/2015 19:07

Marcelo e Balsemão não são caso único. Contamos-lhe outras quatro histórias de ódios de estimação.

Mário Soares vs. Ramalho Eanes

Mário Soares auto-suspendeu-se de secretário-geral do PS quando o partido decidiu apoiar a recandidatura de Eanes a Belém. As pazes agora estão feitas.

A partir da Presidência, Eanes criou um partido, o PRD, que obteve 17% dos votos nas eleições de 1985, espremendo a base de apoio do PS, exausta depois do bloco central.

Cavaco Silva vs. Santana Lopes

Cavaco odiava Santana ao ponto de recusar que a sua imagem fosse usada num cartaz de campanha, invocando “compromissos universitários”. Acha Santana “má moeda”.

Santana nunca foi próximo de Cavaco, mas quando foi primeiro-ministro queixou-se de ser “o bebé na incubadora” em que os “irmãos” [os cavaquistas] davam “pontapés”.

António costa vs. António José Seguro

Costa e Seguro sempre foram inimigos políticos, desde a juventude. O distanciamento prolongou--se durante os governos Guterres, a que ambos pertenceram.

Rui Rio e Luís Filipe Menezes

Outro ódio que vem da infância política. Rio e Menezes são inimigos desde a JS do Porto, no século passado. Rio fez campanha contra Menezes nas autárquicas.

O ódio de Menezes a Rio é proporcional ao ódio de Rio a Menezes. Quando se soube da possibilidade de Rio se candidatar a Belém, Menezes desfez o candida-to nas redes sociais.

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