As “frequências” de Dj Vibe


foi um prazer ver que ao fim de tantos anos de sucesso continua a existir vontade e motivação para fazer mais e descobrir caminhos diferentes dentro da música.


Falar de DJ Vibe é falar tão só do expoente máximo da música eletrónica portuguesa. E dizê-lo assim, desta forma, não é dizer pouco. Num tempo em que por cá íamos descobrindo o poder e a magia das pistas de dança foi muito através de nomes como Tó Pereira e meia dúzia de outros mais que esta vertente musical ganhou lastro, alterou gostos e abriu portas para o que é hoje dia um estilo perfeitamente integrado na nossa sociedade e nos nossos hábitos de entretenimento. Foi nesses primórdios que criou com Rui da Silva aquela que foi a maior dupla de sucesso com a nossa bandeira, lá fora. Com músicas como So Get Up que ainda hoje ecoam nas mais diversas discotecas por esse mundo fora, tocadas por todo o tipo de djs.

Atingiu a fama e figurou durante anos na lista dos 100 melhores DJs do Mundo ao lado dos melhores de sempre e com eles partilhou inúmeras atuações inesquecíveis. Eu que sou mais novo, lembro-me particularmente da sua festa de 50 anos que conjugou com os 35 de carreira em 2017 no Armazém 16 em Lisboa de que ainda hoje se fala. As suas residências em casas como o Kremlin ou o Lux ficarão por certo eternizadas na história da noite no nosso país assim como tantas outras atuações por esse país fora e pelos quatro cantos do Mundo. Estive lá em algumas delas e fui-lhe ganhando o respeito e admiração pelo trajeto mas também pela postura sóbria e profissional que sempre lhe foi característica.

Há cerca de duas semanas, mais propriamente, na quinta-feira dia 9 de Maio deste ano, decidiu apresentar o seu primeiro álbum e fê-lo como é sua imagem, reunindo alguns amigos e e conhecidos numa cerimónia discreta mas cheia de paixão e intencionalidade. Escolheu o Lux para nos dar a conhecer Frequências que retratam um pouco daquilo que é a sua urbanidade e ecletismo, numa mescla de temas e sonoridades que tanto se podem ouvir no carro, num final de tarde ao pôr do sol, no princípio de noite ou numa ilha deserta. Um álbum cheio de pormenores, de múltiplos recantos e de uma tropicalidade marcante, repleta de ritmos e surpresas.

Para mim que lhe sigo a carreira foi um prazer ver que ao fim de tantos anos de sucesso continua a existir vontade e motivação para fazer mais e descobrir caminhos diferentes dentro da música. Foi também oportunidade para reencontrar velhos amigos com quem já partilhei muitas e boas histórias e com quem gosto sempre de estar. DJ Vibe fez questão de iniciar a noite a tocar num estilo bem disposto e melódico onde conjugou sons do novo álbum com clássicos antigos. Um senhor da noite e da música que nunca precisou de se colocar em bicos dos pés para ter o reconhecimento que todos lhe prestam. Tem tudo para ser mais um dos muitos sucessos com que nos tem brindado. Porque afinal de contas, como ele disse um dia “a noite é tudo aquilo que não se é durante a semana. Ou aquilo que se é com aquilo que se quer ser. Isso passa pelo visual, pela música, pelas decorações…”. Que o pouco que ainda é assim não se perca.

As “frequências” de Dj Vibe


foi um prazer ver que ao fim de tantos anos de sucesso continua a existir vontade e motivação para fazer mais e descobrir caminhos diferentes dentro da música.


Falar de DJ Vibe é falar tão só do expoente máximo da música eletrónica portuguesa. E dizê-lo assim, desta forma, não é dizer pouco. Num tempo em que por cá íamos descobrindo o poder e a magia das pistas de dança foi muito através de nomes como Tó Pereira e meia dúzia de outros mais que esta vertente musical ganhou lastro, alterou gostos e abriu portas para o que é hoje dia um estilo perfeitamente integrado na nossa sociedade e nos nossos hábitos de entretenimento. Foi nesses primórdios que criou com Rui da Silva aquela que foi a maior dupla de sucesso com a nossa bandeira, lá fora. Com músicas como So Get Up que ainda hoje ecoam nas mais diversas discotecas por esse mundo fora, tocadas por todo o tipo de djs.

Atingiu a fama e figurou durante anos na lista dos 100 melhores DJs do Mundo ao lado dos melhores de sempre e com eles partilhou inúmeras atuações inesquecíveis. Eu que sou mais novo, lembro-me particularmente da sua festa de 50 anos que conjugou com os 35 de carreira em 2017 no Armazém 16 em Lisboa de que ainda hoje se fala. As suas residências em casas como o Kremlin ou o Lux ficarão por certo eternizadas na história da noite no nosso país assim como tantas outras atuações por esse país fora e pelos quatro cantos do Mundo. Estive lá em algumas delas e fui-lhe ganhando o respeito e admiração pelo trajeto mas também pela postura sóbria e profissional que sempre lhe foi característica.

Há cerca de duas semanas, mais propriamente, na quinta-feira dia 9 de Maio deste ano, decidiu apresentar o seu primeiro álbum e fê-lo como é sua imagem, reunindo alguns amigos e e conhecidos numa cerimónia discreta mas cheia de paixão e intencionalidade. Escolheu o Lux para nos dar a conhecer Frequências que retratam um pouco daquilo que é a sua urbanidade e ecletismo, numa mescla de temas e sonoridades que tanto se podem ouvir no carro, num final de tarde ao pôr do sol, no princípio de noite ou numa ilha deserta. Um álbum cheio de pormenores, de múltiplos recantos e de uma tropicalidade marcante, repleta de ritmos e surpresas.

Para mim que lhe sigo a carreira foi um prazer ver que ao fim de tantos anos de sucesso continua a existir vontade e motivação para fazer mais e descobrir caminhos diferentes dentro da música. Foi também oportunidade para reencontrar velhos amigos com quem já partilhei muitas e boas histórias e com quem gosto sempre de estar. DJ Vibe fez questão de iniciar a noite a tocar num estilo bem disposto e melódico onde conjugou sons do novo álbum com clássicos antigos. Um senhor da noite e da música que nunca precisou de se colocar em bicos dos pés para ter o reconhecimento que todos lhe prestam. Tem tudo para ser mais um dos muitos sucessos com que nos tem brindado. Porque afinal de contas, como ele disse um dia “a noite é tudo aquilo que não se é durante a semana. Ou aquilo que se é com aquilo que se quer ser. Isso passa pelo visual, pela música, pelas decorações…”. Que o pouco que ainda é assim não se perca.