O absurdo de António Costa


António Costa devia ter ouvido com mais atenção as palavras do Papa Francisco. E para este “almoço de agradecimento” devia ter convidado “todos, todos, todos”. Porque todos estão de parabéns!!!


António Costa convidou o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, o presidente da Fundação da Jornada Mundial da Juventude, D. Américo Aguiar, e a ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, Ana Catarina Mendes, para um “almoço de agradecimento” pela organização da JMJ.

Mereciam? Claro que sim!!! A Jornada foi um acontecimento sem precedentes no país, contou com uma preparação ímpar – aliás, sublinhada pelo Papa Francisco – e saldou-se por um sucesso extraordinário.

Na hora de despedida do Santo Padre, e numa das suas muito raras intervenções ao longo da última semana, em que soube recolher-se a uma discrição de aplaudir, o primeiro-ministro verbalizou a “satisfação e orgulho” que todos os portugueses devem estar a sentir pela forma como souberam organizar esta JMJ.

Porque é verdade. Está, de facto, de parabéns a Igreja, e particularmente o ainda patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, e o novo cardeal mais novo de Portugal, D. Américo Aguiar, porque a Igreja esteve no seu melhor e sai claramente fortalecida. Como está de parabéns o Governo e a ministra a quem coube a coordenação dos trabalhos, Ana Catarina Mendes. Mas também o ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, e o homem que coordenou as forças de segurança, o embaixador Vizeu Pinheiro (do SSI). E, igualmente e sobretudo, os autarcas que se envolveram a fundo na organização da JMJ e sem o empenho dos quais não teria corrido assim: a começar pelo presidente da Câmara de Lisboa.

Deixar Carlos Moedas de fora, e mesmo o vice-presidente da CML, Anacoreta Correia, ou o presidente de Loures, Ricardo Leão, é um ‘absurdo’ tão grotesco como as polémicas – como Costa tão bem lembrou – aquando da Expo 98, do Euro 2004 ou da preparação desta JMJ.

António Costa devia ter ouvido com mais atenção as palavras do Papa Francisco. E para este “almoço de agradecimento” devia ter convidado “todos, todos, todos”. Porque todos estão de parabéns!!!

O absurdo de António Costa


António Costa devia ter ouvido com mais atenção as palavras do Papa Francisco. E para este “almoço de agradecimento” devia ter convidado “todos, todos, todos”. Porque todos estão de parabéns!!!


António Costa convidou o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, o presidente da Fundação da Jornada Mundial da Juventude, D. Américo Aguiar, e a ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, Ana Catarina Mendes, para um “almoço de agradecimento” pela organização da JMJ.

Mereciam? Claro que sim!!! A Jornada foi um acontecimento sem precedentes no país, contou com uma preparação ímpar – aliás, sublinhada pelo Papa Francisco – e saldou-se por um sucesso extraordinário.

Na hora de despedida do Santo Padre, e numa das suas muito raras intervenções ao longo da última semana, em que soube recolher-se a uma discrição de aplaudir, o primeiro-ministro verbalizou a “satisfação e orgulho” que todos os portugueses devem estar a sentir pela forma como souberam organizar esta JMJ.

Porque é verdade. Está, de facto, de parabéns a Igreja, e particularmente o ainda patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, e o novo cardeal mais novo de Portugal, D. Américo Aguiar, porque a Igreja esteve no seu melhor e sai claramente fortalecida. Como está de parabéns o Governo e a ministra a quem coube a coordenação dos trabalhos, Ana Catarina Mendes. Mas também o ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, e o homem que coordenou as forças de segurança, o embaixador Vizeu Pinheiro (do SSI). E, igualmente e sobretudo, os autarcas que se envolveram a fundo na organização da JMJ e sem o empenho dos quais não teria corrido assim: a começar pelo presidente da Câmara de Lisboa.

Deixar Carlos Moedas de fora, e mesmo o vice-presidente da CML, Anacoreta Correia, ou o presidente de Loures, Ricardo Leão, é um ‘absurdo’ tão grotesco como as polémicas – como Costa tão bem lembrou – aquando da Expo 98, do Euro 2004 ou da preparação desta JMJ.

António Costa devia ter ouvido com mais atenção as palavras do Papa Francisco. E para este “almoço de agradecimento” devia ter convidado “todos, todos, todos”. Porque todos estão de parabéns!!!