Onde estão os 140 mil milhões dos últimos 40 anos?


Será que António Costa escolheu os mais inábeis para governar ou a situação é mais complexa do que diz a oposição? 


É natural que quem governa não agrade às outras famílias políticas, principalmente às que ‘jogam’ no outro lado. Se um Governo é de esquerda é natural que a direita não se reveja e o contrário também é verdade. Mas começa a ser difícil encontrar alguém que esteja de acordo com o Executivo de António Costa, quer à esquerda como à direita. Com milhões a chegarem de fundos comunitários, as críticas são mais do que muitas, pois o Governo é acusado de gastar sem investir no futuro. Pelo que dizem diversos especialistas, vamos perder mais uma oportunidade de modernizar o país e investir onde é necessário: no setor privado e no… público. O dinheiro, pelo que dizem, vai desaparecer e não vai ficar obra que permita aos portugueses viverem melhor. E isso é dramático, até porque os mais jovens e mais capacitados não acreditam no futuro de Portugal e fogem para o estrangeiro onde vão ganhar mais e construir uma vida melhor.

E aqui fico com uma dúvida: será que António Costa escolheu os mais inábeis para governar ou a situação é mais complexa do que diz a oposição? Pelo que tenho visto, parece que o primeiro-ministro, em algumas áreas, escolheu, de facto, pessoas incapazes de fazerem a revolução que o país precisa. Dando o exemplo da Justiça. O que vai ganhar um setor tão importante com os fundos previstos? Segundo os profissionais da Justiça, praticamente nada, pois o Governo não consegue ou não quer fazer as reformas estruturais para acabar com o forrobodó existente. Um caso gritante é dado pela entrada em vigor do sorteio eletrónico dos processos que vai exigir a presença diária de magistrados, advogados e funcionários judiciais para apenas verem estes últimos carregarem num botão. Apesar dos avisos de que esta decisão só irá atrapalhar o funcionamento da Justiça, o Governo insiste no erro. E parece que nas outras áreas, Saúde, Educação, Habitação e Economia, entre outras, o cenário é o mesmo. Triste sina a nossa que ao fim de mais de 140 mil milhões de fundos comunitários chegados nos últimos quarenta anos continuamos na causa da Europa, com os portugueses a viverem com tantas dificuldades. Não consigo perceber como é possível um Governo desagradar a quase todos ao mesmo tempo, pois seria natural que com tanto dinheiro a vida dos portugueses melhorasse.

Onde estão os 140 mil milhões dos últimos 40 anos?


Será que António Costa escolheu os mais inábeis para governar ou a situação é mais complexa do que diz a oposição? 


É natural que quem governa não agrade às outras famílias políticas, principalmente às que ‘jogam’ no outro lado. Se um Governo é de esquerda é natural que a direita não se reveja e o contrário também é verdade. Mas começa a ser difícil encontrar alguém que esteja de acordo com o Executivo de António Costa, quer à esquerda como à direita. Com milhões a chegarem de fundos comunitários, as críticas são mais do que muitas, pois o Governo é acusado de gastar sem investir no futuro. Pelo que dizem diversos especialistas, vamos perder mais uma oportunidade de modernizar o país e investir onde é necessário: no setor privado e no… público. O dinheiro, pelo que dizem, vai desaparecer e não vai ficar obra que permita aos portugueses viverem melhor. E isso é dramático, até porque os mais jovens e mais capacitados não acreditam no futuro de Portugal e fogem para o estrangeiro onde vão ganhar mais e construir uma vida melhor.

E aqui fico com uma dúvida: será que António Costa escolheu os mais inábeis para governar ou a situação é mais complexa do que diz a oposição? Pelo que tenho visto, parece que o primeiro-ministro, em algumas áreas, escolheu, de facto, pessoas incapazes de fazerem a revolução que o país precisa. Dando o exemplo da Justiça. O que vai ganhar um setor tão importante com os fundos previstos? Segundo os profissionais da Justiça, praticamente nada, pois o Governo não consegue ou não quer fazer as reformas estruturais para acabar com o forrobodó existente. Um caso gritante é dado pela entrada em vigor do sorteio eletrónico dos processos que vai exigir a presença diária de magistrados, advogados e funcionários judiciais para apenas verem estes últimos carregarem num botão. Apesar dos avisos de que esta decisão só irá atrapalhar o funcionamento da Justiça, o Governo insiste no erro. E parece que nas outras áreas, Saúde, Educação, Habitação e Economia, entre outras, o cenário é o mesmo. Triste sina a nossa que ao fim de mais de 140 mil milhões de fundos comunitários chegados nos últimos quarenta anos continuamos na causa da Europa, com os portugueses a viverem com tantas dificuldades. Não consigo perceber como é possível um Governo desagradar a quase todos ao mesmo tempo, pois seria natural que com tanto dinheiro a vida dos portugueses melhorasse.