Da Costa da Caparica à Costa das festas


Escolhas para todos os gostos e feitios, que colocam cada vez mais a Costa da Caparica como a verdadeira Costa das Festas, onde tudo se passa e onde todos querem estar.


Longe vai o tempo em que a Costa da Caparica era terra apenas de pescadores, com acessos de praia mal amanhados, bares velhos e degradados e comida tradicional. Muito tem mudado nos últimos anos, à conta de um potencial inigualável com as melhores praias a poucos minutos de Lisboa mas também alavancadas pelo crescimento que o fenómeno “surf” tem registado em Portugal. Ainda sou do tempo em que as melhores festas que por ali existiam, eram as do bar “Waikiki”, organizadas pelo curso de Ciências Farmacêuticas da Escola Egas Moniz e em que poucas eram as vezes, que quem vivia do lado norte da ponte por ali ficava, depois de uns bons banhos de sol. Começou a mudar aos poucos, honra seja feita ao Masstige, na Praia do Castelo, que começou a cultivar um ambiente mais sofisticado, com alguns momentos de puro lazer e que deu início a uma nova era, antes de ter visto o seu espaço ser misteriosamente consumido pelas chamas.

Hoje tudo é diferente. Apoios de praia com decorações exímias e uma programação alinhada com o melhor que se vai fazendo por essa Europa fora, festas em catadupa, em quintas e espaços privados e um estender de um mergulho ao sabor das melhores cozinhas internacionais e de uma animação que vai muito para além das nossas portas. Gente de diversas nacionalidades, sobretudo franceses, procuram-na para se divertir, com “dress code” rigorosos e convites difíceis de conseguir. É a nova coqueluche do entretenimento nacional, que junta estrangeiros aos portugueses com vontade de sentir algo diferente. O Yamba, também na Praia do Castelo e que também acabou em chamas (coincidências da vida…) deu o mote para o que se viria a sentir a seguir e hoje em dia, temos uma mistura de Burning Man e de Coachella nos nossos areais. Gente arranjada para a ocasião, produções bem arrojadas e muita magia nos olhares, fazem dos muitos eventos, ocasiões especiais que merecem a pena serem vividas.

A Casa Reîa na Praia da Cabana do Pescador aparece como palco principal e constante, trazendo atrás de si uma comunidade fiel de gente bonita, que gosta de dançar e de se divertir, mas as famosas festas da Princesa, na praia com o mesmo nome, são dignas de uma corrida aos convites, provocando uma histeria coletiva na ânsia de um lugar onde todos querem estar. Festas a rigor, sem vizinhos que se incomodem com o barulho e que trazem o público mais festivo para o outro lado da ponte. Também na Praia do Irmão e um pouco por toda a parte nascem novos e interessantes projectos. No próximo sábado é no Azul, na Muralha de Praia, com um dos meus djs preferidos. “Henry presents Andhim” com um encontro de surfistas de pranchas long board. As várias produtoras que têm surgido, como a It is what it is, ou a Yard, vão também elas escolhendo pontos por essas bandas. Ainda há uns dias fui a uma festa da Harbour com excelentes escolhas musicais e um ambiente muito bem definido, sem confusões ou problemas para pedir bebidas, onde não vi problemas mas apenas amantes da mais pura diversão.

Outros espaços e pequenos momentos vão aparecendo, tantos que não damos conta de todos. É o caso da Lost Caparica Surf House e as suas quintas-feiras “pizza Night” num ambiente tranquilo onde a troca de experiências entre gente de várias latitudes e idades promove um início de noite muito bem passado, com atuações de músicos em formato show case, num registo intimista e acolhedor. Escolhas para todos os gostos e feitios, que colocam cada vez mais a Costa da Caparica como a verdadeira Costa das Festas, onde tudo se passa e onde todos querem estar.

Da Costa da Caparica à Costa das festas


Escolhas para todos os gostos e feitios, que colocam cada vez mais a Costa da Caparica como a verdadeira Costa das Festas, onde tudo se passa e onde todos querem estar.


Longe vai o tempo em que a Costa da Caparica era terra apenas de pescadores, com acessos de praia mal amanhados, bares velhos e degradados e comida tradicional. Muito tem mudado nos últimos anos, à conta de um potencial inigualável com as melhores praias a poucos minutos de Lisboa mas também alavancadas pelo crescimento que o fenómeno “surf” tem registado em Portugal. Ainda sou do tempo em que as melhores festas que por ali existiam, eram as do bar “Waikiki”, organizadas pelo curso de Ciências Farmacêuticas da Escola Egas Moniz e em que poucas eram as vezes, que quem vivia do lado norte da ponte por ali ficava, depois de uns bons banhos de sol. Começou a mudar aos poucos, honra seja feita ao Masstige, na Praia do Castelo, que começou a cultivar um ambiente mais sofisticado, com alguns momentos de puro lazer e que deu início a uma nova era, antes de ter visto o seu espaço ser misteriosamente consumido pelas chamas.

Hoje tudo é diferente. Apoios de praia com decorações exímias e uma programação alinhada com o melhor que se vai fazendo por essa Europa fora, festas em catadupa, em quintas e espaços privados e um estender de um mergulho ao sabor das melhores cozinhas internacionais e de uma animação que vai muito para além das nossas portas. Gente de diversas nacionalidades, sobretudo franceses, procuram-na para se divertir, com “dress code” rigorosos e convites difíceis de conseguir. É a nova coqueluche do entretenimento nacional, que junta estrangeiros aos portugueses com vontade de sentir algo diferente. O Yamba, também na Praia do Castelo e que também acabou em chamas (coincidências da vida…) deu o mote para o que se viria a sentir a seguir e hoje em dia, temos uma mistura de Burning Man e de Coachella nos nossos areais. Gente arranjada para a ocasião, produções bem arrojadas e muita magia nos olhares, fazem dos muitos eventos, ocasiões especiais que merecem a pena serem vividas.

A Casa Reîa na Praia da Cabana do Pescador aparece como palco principal e constante, trazendo atrás de si uma comunidade fiel de gente bonita, que gosta de dançar e de se divertir, mas as famosas festas da Princesa, na praia com o mesmo nome, são dignas de uma corrida aos convites, provocando uma histeria coletiva na ânsia de um lugar onde todos querem estar. Festas a rigor, sem vizinhos que se incomodem com o barulho e que trazem o público mais festivo para o outro lado da ponte. Também na Praia do Irmão e um pouco por toda a parte nascem novos e interessantes projectos. No próximo sábado é no Azul, na Muralha de Praia, com um dos meus djs preferidos. “Henry presents Andhim” com um encontro de surfistas de pranchas long board. As várias produtoras que têm surgido, como a It is what it is, ou a Yard, vão também elas escolhendo pontos por essas bandas. Ainda há uns dias fui a uma festa da Harbour com excelentes escolhas musicais e um ambiente muito bem definido, sem confusões ou problemas para pedir bebidas, onde não vi problemas mas apenas amantes da mais pura diversão.

Outros espaços e pequenos momentos vão aparecendo, tantos que não damos conta de todos. É o caso da Lost Caparica Surf House e as suas quintas-feiras “pizza Night” num ambiente tranquilo onde a troca de experiências entre gente de várias latitudes e idades promove um início de noite muito bem passado, com atuações de músicos em formato show case, num registo intimista e acolhedor. Escolhas para todos os gostos e feitios, que colocam cada vez mais a Costa da Caparica como a verdadeira Costa das Festas, onde tudo se passa e onde todos querem estar.