Acrescentar clubes ao nosso


Ao longo dos muitos anos que levo como adepto de futebol, não deixa de ser curioso como me fui tornando adepto de vários clubes por onde jogaram os meus amigos e familiares. Se é verdade que não se troca de clube, pelo menos não é mentira que acrescentamos alguns ao da nossa infância.


Comecei a ir à bola ainda não tinha seis anos, acompanhando o meu pai nos domingos que começavam bem cedo, com os jogos dos iniciados, juvenis e juniores, passando pelo encontro dos seniores, a que se seguia, muitas vezes, um jogo de hóquei ou de voleibol. Depois passei a jogar federado no Hockey Club de Portugal, seguindo-se o Clube Desportivo de Arroios, e ia ver muitos jogos das equipas lisboetas com o cartão de jogador que permitia a entrada nos jogos da Primeira Divisão. Com uma carreira mediana e breve, pois os prazeres da noite falavam mais alto, passei a acompanhar os meus amigos que tinham mais jeito para a bola, mas já em miúdo seguia os jogos do Sport Lisboa e Olivais onde o Luís Borrego, o China, jogava, por vezes, à baliza uma parte e na outra entrava como avançado. Depois segui os jogos do meu amigo Xico Zé, quer no Benfica, como depois no Alverca, criando, obviamente, uma ligação aos clubes onde jogava. O Xico Zé terminou a carreira precocemente no Olivais e Moscavide.  O Hernâni, que tinha sido meu colega de liceu e companheiro do Xico Zé no Benfica, e que subiu dos juniores aos seniores pela mão de Sven-Goran Eriksson, e depois andou pelo Farense, Olhanense, Rio Ave e Portimonense, entre outros, também me fez “acrescentar” clubes ao meu de criança. Seguiu-se o Paulo Sérgio, atual treinador do Portimonense, que andou pelo Olivais e Moscavide antes de chegar ao Belenenses e ao Vitória de Setúbal, entre muitos outros.

Mais recentemente tornei-me adepto do Oriental, de que sou sócio, por causa do meu sobrinho-neto que foi lá guarda-redes. No sábado, estive no Restelo a assistir ao jogo da subida do mítico Belenenses à Segunda Liga, não conseguindo conter uma lágrima ao lado meu sobrinho, pai do David Grilo, o guarda-redes. Ao longo dos muitos anos que levo como adepto de futebol, não deixa de ser curioso como me fui tornando adepto de vários clubes por onde jogaram os meus amigos e familiares. Se é verdade que não se troca de clube, pelo menos não é mentira que acrescentamos alguns ao da nossa infância.

Acrescentar clubes ao nosso


Ao longo dos muitos anos que levo como adepto de futebol, não deixa de ser curioso como me fui tornando adepto de vários clubes por onde jogaram os meus amigos e familiares. Se é verdade que não se troca de clube, pelo menos não é mentira que acrescentamos alguns ao da nossa infância.


Comecei a ir à bola ainda não tinha seis anos, acompanhando o meu pai nos domingos que começavam bem cedo, com os jogos dos iniciados, juvenis e juniores, passando pelo encontro dos seniores, a que se seguia, muitas vezes, um jogo de hóquei ou de voleibol. Depois passei a jogar federado no Hockey Club de Portugal, seguindo-se o Clube Desportivo de Arroios, e ia ver muitos jogos das equipas lisboetas com o cartão de jogador que permitia a entrada nos jogos da Primeira Divisão. Com uma carreira mediana e breve, pois os prazeres da noite falavam mais alto, passei a acompanhar os meus amigos que tinham mais jeito para a bola, mas já em miúdo seguia os jogos do Sport Lisboa e Olivais onde o Luís Borrego, o China, jogava, por vezes, à baliza uma parte e na outra entrava como avançado. Depois segui os jogos do meu amigo Xico Zé, quer no Benfica, como depois no Alverca, criando, obviamente, uma ligação aos clubes onde jogava. O Xico Zé terminou a carreira precocemente no Olivais e Moscavide.  O Hernâni, que tinha sido meu colega de liceu e companheiro do Xico Zé no Benfica, e que subiu dos juniores aos seniores pela mão de Sven-Goran Eriksson, e depois andou pelo Farense, Olhanense, Rio Ave e Portimonense, entre outros, também me fez “acrescentar” clubes ao meu de criança. Seguiu-se o Paulo Sérgio, atual treinador do Portimonense, que andou pelo Olivais e Moscavide antes de chegar ao Belenenses e ao Vitória de Setúbal, entre muitos outros.

Mais recentemente tornei-me adepto do Oriental, de que sou sócio, por causa do meu sobrinho-neto que foi lá guarda-redes. No sábado, estive no Restelo a assistir ao jogo da subida do mítico Belenenses à Segunda Liga, não conseguindo conter uma lágrima ao lado meu sobrinho, pai do David Grilo, o guarda-redes. Ao longo dos muitos anos que levo como adepto de futebol, não deixa de ser curioso como me fui tornando adepto de vários clubes por onde jogaram os meus amigos e familiares. Se é verdade que não se troca de clube, pelo menos não é mentira que acrescentamos alguns ao da nossa infância.